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A união faz o meu pinto crescer

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January 2019 - 8chan Transparency Report
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repórtein u cansêr!!!11onzi

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 No.2146[Responder]

A elite está trabalhando ativamente para colocar o bozonazi e o picolé de chuchu no segundo turno. Conseguiram tirar o Lula (que ganharia no 1º turno de lavada) pra forçar o PT a colocar um professorzinho universitário que quase ninguém conhece. Só sendo cego pra não ver tudo isto.

Burguesia criou dois espantalhos na eleição: bostanazi e Haddad

Para criar uma situação artificial que permita classificar seu (s) candidato (s) para o segundo turno das eleições, consumando a fraude do processo realizado sem a presença do candidato preferido pela maioria do eleitorado, o regime golpista, além de manter Lula na cadeia, cassar sua candidatura e impedir sua presença na campanha eleitoral está realizando uma verdadeira campanha de terror em que procura assustar uma parcela do eleitorado (principalmente a classe media sensível à campanha terrorista da imprensa golpista, bem como outros setores mais atrasados da população) de que haveria um enorme perigo de que o segundo turno das eleições seja disputado entre dois pólos extremos: a direita, representada pela chapa militar, defensora do golpe militar, bostanazi-boiolão e a esquerda, com o candidato substituto de Lula, indicado pelo PT, Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo.

O objetivo dessa campanha é procurar pressionar os chamados setores de centro-direita, na realizada os mais poderosos aparatos da direita burguesa, golpista e pró-impeirlaista, a se unificarem em torno de uma candidatura que lhes garanta chegar ao segundo turno e eleger, com novas manipulações no segundo turno, o candidato preferencial dos golpistas, que leve adiante os ataques iniciados pelo governo golpista de Temer e toda a quadrilha que ocupa o Executivo e domina o Congresso Nacional e o Judiciário.

Nesta operação, as pesquisas, longe de serem instrumento de medida de opinião, são um instrumento de indução, de manipulação da vontade de uma parcela reacionária e, depois, de uma possível maioria da população.

Dar crédito a tais levantamentos, encomendados, patrocinados, realizados e divulgados por empresas capitalistas, é uma enorme equivoco político da parte de setores da esquerda e sA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2145[Responder]

O regime político já é tecnicamente e praticamente uma ditadura. Só falta dar nome.

Repressão: proibido manifestar opinião política nos estádios

A escalada da censura e da repressão no País vem ganhando contornos cada vez mais acentuados. A direita fascista e reacionária, impopular e amplamente rejeitada pelas massas, se vê obrigada a adotar medidas cada vez maiores de ataques aos direitos democráticos da população. O que se vê país afora é uma verdadeira ditadura policial, que busca sufocar a rebelião popular latente entre as massas populares.

O longo braço da repressão e da censura está presente em todos os aspectos da vida social. O direito a livre opinião e manifestação vem sendo constantemente ameaçado pela perseguição policialesca desencadeada pela direita fascistóide, que se utiliza do aparato militar repressivo para aterrorizar não só a população pobre e explorada, mas também a intelectualidade que lida com a cultura e a produção artística nacional.

Em todas as grandes manifestações onde há concentração de massas, a truculência policial tem deixado a sua marca, evidenciando não se tratar de fatos e/ou acontecimentos isolados. Há muito a direita vem tentando impor o controle e a censura ao conjunto da sociedade, com o intuito claro de fazer cessar a crescente rejeição e o repúdio ao regime de terror dos golpistas.

Uma das manifestações de maior apelo e adesão popular, que expressa de forma muito exponencial a cultura de massas, é o futebol. O esporte mais popular do país arrasta multidões, levando grandes contingentes populacionais, em todas as regiões do país aos estádios que, por um claro temor da burguesia e da direita, foram transformados em “arenas”, com o objetivo claro de dificultar e até mesmo impedir o acesso das massas populares aos eventos esportivos.

Com a agudização da crise política e o aumento dos protestos contra a direita golpista, os estádios – ainda que reduzidos em sua capacidade e controlados diretamente pelo aparato policial – se tornaram palco de grandes manifestações de massas. Isso fez com que houvesse um vertigA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2140[Responder]

kkkk vai pra cuba ou venesuela seu petralia mortadela istragada kkkkkkkkkk #bozomito

Atrás da Venezuela: governo golpista deixa Brasil estagnado no IDH

Os golpistas de toda sorte se vangloriam diante da situação de crise econômica da Venezuela, como uma espécie de masoquismo em razão da desgraça alheia. No entanto, os dados divulgados, neste mês, apontam que o Brasil ficou atrás da Venezuela no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), exposto pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

A posição do Brasil foi a de 79ª, ao passo que a Venezuela se ficou na 78ª posição. O governo golpista de conde drácula foi o responsável pela péssima colocação brasileira, haja vista que no índice divulgado em 2010, ainda sob o governo Lula, o Brasil ficou na posição 73ª. São três anos consecutivos nesta posição. Na América do Sul, o Brasil fica em 5º lugar, atrás do Chile, Argentina, Uruguai e Venezuela.

É notório que o nosso país está regredindo sob a política de austeridade dos golpistas, especialmente no que diz respeito ao congelamento dos gastos públicos e ao corte orçamentário dos programas de assistência social.

O povo brasileiro tem que derrubar o governo golpista, pois somente assim vai haver melhorias em benefício da população, do contrário as condições de vida da classe trabalhadora irá, inevitavelmente, retroceder.

É preciso intensificar a luta contra o golpe e pela liberdade de Lula.

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 No.2144

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>>2142

>>2143

HUE




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 No.2139[Responder]

Atenção, paulistanos:

São Paulo à venda: Bruno Covas se reúne com cônsul italiano para oferecer a cidade

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas do PSDB (que assumiu o cargo após a renúncia de João Doria para concorrer ao governo do Estado de São Paulo), se reuniu com o cônsul-geral italiano Fillipo La Rosa no dia 5 de setembro.

O objetivo da conversa foi oferecer um portfólio de venda da cidade de São Paulo para empresários italianos. A ideia seria privatizar estatais, equipamentos públicos, parques etc e tudo que for possível vender no ano de 2019.

Na reunião também foi apresentado um plano de formação de 200 professores que poderão lecionar italiano nas instituições públicas de São Paulo. E ainda a continuidade do projeto “Italia per San Paolo” onde um grupo de empresários italianos financiam a restauração de praças ligadas à imigração na cidade. Obviamente que essa pauta “caridosa” nada mais é do que uma demagogia para distrair o publico diante do real interesse desses empresários que é a usurpação do patrimônio público paulistano.

O ex-prefeito João Dória já havia defendido a privatização do Pacaembu, do Parque do Ibirapuera, do autódromo de Interlagos e tudo mais que interessar a iniciativa privada (preferencialmente estrangeira). Entretanto, os planos do ex-prefeito playboy de ganhar a eleição para governador do Estado de São Paulo o fizeram adiar o projeto para depois do processo eleitoral de 2018.

O PSDB, assim como a maior parte da burguesia nacional, veem o Brasil como uma colônia que deve ser vendida e entregue para o domínio de grandes empresas estrangeiras em detrimento dos interesses do povo brasileiro. Pouco importa a soberania do país e os interesses da população, desde que eles ganhem a parte menor desse processo de submissão como se fossem senhores coloniais subservientes à metrópole.

Última edição em


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 No.2138[Responder]

180 dias da morte de Marielle: polícia não acha os assassinos, pois foi ela mesma

Passados 180 dias do assassinato da vereadora do PSOL, Marielle Franco, e de seu motorista, Anderson Gomes, as investigações da polícia civil do Rio de Janeiro, responsável pelo caso, encontram-se praticamente na estaca zero.

Marielle foi assassinada em uma emboscada no bairro do Estácio na zona central do Rio, por volta das 21 horas do dia 14 de março, quando retornava de um evento político. Na mesma emboscada foi morto o seu motorista, Anderson Gomes, e uma terceira pessoa, assessora da vereadora, ficou ferida.

Em seguida a execução, o governo federal, estadual e municipal, além do interventor militar, general Braga Netto e o secretário de segurança, Richard Nunes, apressaram-se em condenar o crime e a prometer todo empenho para a solução imediata do caso.

Nos dias seguintes começaram a vir à tona várias denúncias do envolvimento de grupos de extermínio compostos por policiais e ex-policiais. Também foi comprovado que as balas que atingiram a vereadora e seu motorista vinham de armas de uso restrito das Forças Armadas.

Nunca é demais relembrar que Marielle vinha denunciando sistematicamente a escalada da violência de policiais militares nas periferias do Rio de Janeiro, principalmente após a intervenção militar, além de ter assumido, duas semanas antes do seu assassinato, a relatoria da Comissão da Câmara de Vereadores do Rio criada para acompanhar a atuação das tropas na intervenção militar no Estado.

Uma de suas últimas denúncias foi justamente contra policias do 41º BPM (Batalhão da Polícia Militar) de Acari (subúrbio do Rio). Em uma postagem em sua página no facebook, às vésperas do atentado, escreveu: “Precisamos gritar para que todos saibam o está acontecendo em Acari nesse momento. O 41° Batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro está aterrorizando e violentando moradores de Acari. Nessa semana, dois jovens foram mortos e jogados em um valão. Hoje a polícia andou pelas ruas ameaçando os moradores. Acontece desde sempre e com a intervenção ficou ainda A postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2137[Responder]

Privada privatizada: Dória-Covas vão vender até banheiros públicos

Bruno Covas atual prefeito da cidade de São Paulo autoriza propagandas até mesmo em banheiros. A instalação que começará neste fim de ano, pretende utilizar 200 painéis de 2 m² cada, para publicidade em espaços públicos.

A abertura dos envelopes das empresas foi remarcada hoje (10) para 21 de setembro. Esse contrato gira em torno de nada mais nada menos do que 57,9 milhões, com 25 anos de duração. Alguns banheiros moveis receberão essas propagandas dos seus amigos empresários.

Em junho Covas (PSDB) publicou um decreto alterando a regulamentação da lei da concessão, liberando a instalação da publicidade fora dos banheiros.

Os analistas burgueses afirmam que a propaganda é requerida pelo mercado publicitário: “havia temor de que anunciantes não se interessariam pelos espaços, caso eles estivessem apenas nos banheiros” diz Renata do site Terra. Nadia Somekh, arquiteta e urbanista, professora da elitizada Mackenzie, afirma que uma mudança nesse sentido “deveria ser para todo o mobiliário urbano”, para evitar que se pense em “um desvio” da Lei Cidade Limpa.

O que fica claro é a intenção da classe burguesa em utilizar dos bens públicos que deveriam receber obras de melhorias para o povo, para propagandas barata das empresas dos amigos de Covas e também de Dória, o coxinha mor.



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 No.2136[Responder]

Briga de compadres: prisão de Beto Richa atinge Álvaro Dias para favorecer picolé de chuchu nas eleições

Como se sabe, quando o Judiciário e a polícia chegam a algum político da burguesia, trata-se de disputa interna. Não é diferente no caso da Operação Piloto, deflagrada na última terça (11), encarcerando o governador do Paraná, o espancador de professores Beto Richa (PSDB). Um dos alvos da operação é também o bilionário Joel Malucelli – suplente de Álvaro Dias (Podemos) no Senado.

Cabe denunciar, antes de mais nada, o absurdo da prisão preventiva de um governador eleito pelo povo. Tal possibilidade se tornou possível em junho, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) com o aprofundamento do golpe de Estado em curso. O país se aprofunda na ditadura do Judiciário, que outorga poderes ilimitados a si mesmo, aumenta seus privilégios e salários, prende arbitrariamente os políticos eleitos no que resta de processo democrático no Brasil.

A prisão de Beto Richa segue o script usual das ditaduras da burguesia. Atingem primeiro um alvo “de consenso” para em seguida concentram a perseguição nas lideranças populares. Não é improvável que algum governador de esquerda – candidato à reeleição – venha a ser encarcerado nas próximas semanas.

No caso da Operação Piloto – uma fase da Lava-jato –, também foi expedido mandado de prisão para 14 pessoas ligadas ao governador, incluindo sua esposa, Fernanda Richa, e para o megaempresário Joel Malucelli, que é suplente do senador golpista Álvaro Dias. A acusação é de desvios no programa Patrulha no Campo, em que o governo estadual loca máquinas para a conservação de estradas rurais.

Evidentemente há diversos choques internos de interesses entre setores da burguesia que motivaram a ação. Não se trata aqui de uma operação isenta. Trata-se de uma briga de compadres. Dentre os efeitos imediatos identificáveis, está o inevitável reflexo na corrida presidencial.

Como Roberto Requião (MDB) provavelmente vencerá as eleições em primeiro turno, a ala paulista do PSDB aparentemente decidiu rifá-lo, atingindo também candidA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2135[Responder]

Dólar de Temer é maior que o de Dilma, no entanto, ele continua governando. Por quê?

Durante o processo que levou ao golpe do Governo Dilma Rousseff, a imprensa burguesa procurava criar uma série de fatos que explicariam porque o governo precisaria cair, estimulando o processo de impeachment na câmara, as manifestações fascistas na rua contra o governo ou até mesmo explicando porque Dilma deveria convocar novas eleições, apesar de ter ganho com o voto da maioria dos brasileiros.

Um dos argumentos da época era o valor do dólar perante o real brasileiro. Segundo a imprensa golpista, e os coxinhas reacionários que repetem tudo o que a Globo fala, o dólar estava mais alto do que nunca, e o governo era “insuportável”. Sendo que no seu pior momento, no último ano de seu primeiro mandato, o dólar não passou de 2,70 R$. Durante seu mandato sabotado pela direita, isto é, após as eleições de 2014, a moeda americana nunca chegou a R$ 4,20.

Agora, com o governo Temer, o dólar está atingindo valores estratosféricos. Recentemente, sua cotação chegou a atingir 4,21 R$, e não consegue ser cotada a menos de 4,00R$. E tudo indica um aprofundamento da crise econômica. Entretanto, demonstrando serem subservientes à política dos donos do poder mundial, não vemos a gigantesca campanha da imprensa para derrubar Temer, e muito menos seus manifestoches facilmente manipulados, por conta de sua ignorância, saindo às ruas de verde e amarelo para derrubar o governo.

Isso, apesar do dólar, do gaz de cozinha, da gasolina e o custo de vida, de maneira geral, estar mais caro. Tudo que diziam que era ruim durante o governo Dilma, piorou com o Governo Temer, que foi sustentado justamente pelos setores que faziam oposição ao PT, como o PSDB, o DEM, o PMDB, a imprensa burguesa e as marionetes estúpidas da classe média. Alguns irão dizer que o povo não está se revoltando por conta do processo eleitoral e já sabem que Temer vai sair. Mas isso seria um engodo já que os mesmos que apoiaram o golpe contra o governo Dilma, irão agora votar em políticos que sustentaram o governo Temer, como é o caso do PSDB – de Alckimin, Rodrigo Cunha e João Dória; o Partido Novo de João Amoedo – fundado pelo Itaú, que nãA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2131[Responder]

Mais uma amostra de que liberaleco não dá pra ser levado a sério.

E o Estado mínimo? Editora recorre à Lei Roaunet para lançar livros de liberais

Parte da campanha da direita golpista para derrubar a presidenta Dilma Rousseff consistiu em dizer que todos ps programas do Estado teriam sido criados apenas para que o PT estabelecesse um esquema gigantesco de corrupção e, portanto, mereciam ser acabados. Um deles era o incentivo à Cultura, particularmente simbolizado pela Lei Rouanet, que era acusada de ser uma lei a serviço apenas de artistas “comunistas” e ligados à esquerda.

Os defensores do fim da Lei Rouanet, no entanto, não tinham o menor interesse em combater a corrupção: esse discurso demagógico servia apenas para incentivar o “Estado mínimo”. Adeptos da mais alta repressão estatal, os “gurus” do Estado mínimo passaram a vida toda pregando que o Estado não deveria investir um único centavo em Educação, Cultura, Saúde ou qualquer outro interesse da população.

Mais uma vez, contudo, os “liberais” se contradizeram: uma editora resolveu recorrer à Lei Rouanet para publicar livros de autores liberais. O “Estado mínimo” só convém quando a burguesia quer acabar com os direitos da população…

(AIN NÃO GOSTEI, APAGAA >.<)

 No.2133

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Titio Bufê mandando a real.




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 No.2126[Responder]

Depois de ler essa, dá pra ver que nada acontece por acaso.

Plano Atlanta: o golpe judicial-midiático na América Latina

12/07/2017

A conspiração internacional para derrubar os presidentes progressistas do continente com uso da mídia e do Judiciário

Eduardo Vasco, Pravda.Ru

"Como não podemos ganhar desses comunistas pela via eleitoral, compartilho com vocês isto aqui."

Com essas palavras agressivas um ex-presidente sul-americano iniciava a explicação de um plano conspiratório a outros ex-presidentes latino-americanos, em uma suíte do hotel Marriot, em Atlanta (EUA), no final de novembro de 2012.

A primeira etapa da conspiração seria iniciar uma campanha de desprestígio através dos meios de comunicação contra os presidentes progressistas e de esquerda da região para minar sua liderança. A pressão midiática levaria à segunda etapa: a instauração de processos judiciais para interromper o mandato dos governantes.

O Plano Atlanta resultaria nos chamados "golpes suaves" - "encobertos de julgamentos políticos precedidos por escândalos de corrupção, ou campanhas dirigidas a ventilar supostos comportamentos questionáveis da vida íntima dos líderes progressistas; incluindo, se fosse necessário, familiares, amigos ou pessoas próximas".

Quem conta é Manolo Pichardo, deputado dominicano e atual presidente da Conferência Permanente de Partidos Políticos da América Latina e Caribe (COPPAL), em um artigo publicado em março de 2016 no jornal Listín Diario, da República Dominicana, intitulado "El Plan Atlanta", denominação que ele deu à trama continental.

Em entrevista exclusiva à Pravda.Ru, o político diz que presenciou a conversa "por acaso". Não era o tipo de reunião que o agradava. Pichardo, dirigente do Partido da Libertação Dominicana, de centro-esquerda, estava acostumado a participar de encontros do Foro dA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.(AIN MAIS NÃO SAIU NO ESTADÃO NEM NO JN, ENTÃO EH MINTIRA `-')

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 No.2129

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Outro texto, do Jornalistas Livres:

Você já ouviu falar no Plano Atlanta?

Coppal denuncia plano de 2012 de desacreditar líderes pela mídia para justificar processos judiciais

(Imagem: Brasília, 2011 - Um ano antes do Plano Atlanta da Missão Presidencial Latino-americana)

por Cesar Locatelli

16 julho, 2017

Nota da Conferência Permanente de Partidos Políticos da América Latina e do Caribe:

“COPPPAL acredita que conservadores querem inabilitar Lula a se candidatar à presidência

A Conferência Permanente de Partidos Políticos da América Latina e do Caribe, COPPPAL, disse hoje que a sentença de 9 anos de prisão do ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio “Lula” da Silva, reflete a estratégia dos setores conservadores da região, liderados pelos EUA, para impedir que o fundador do Partido dos Trabalhadores retorne ao poder.

Em um documento assinado pelo seu presidente Manolo Pichardo, a COPPPAL disse que o que se tornou conhecido como o Plano Atlanta “vem avançando com certo êxito na região, já que o descrédito de mídia, como um passo preliminar de assédio para justificar processos judiciais que afastem os líderes progressistas que alcançaram o poder com a ajuda do voto popular e impeçam aqueles que planejam alcançar o poder, não parece enfrentar contratempos. ”

“Lula é, para os conservadores que desprezam a América Latina, uma pedra no sapato, porque as forças em torno de seu projeto latino-americano têm construído a sua própria agenda, marcada pela inclusão e uma distribuição mais justa da renda, o que prejudica os predadores e empresas obscenas, aqueles que geram pobreza e degradam a dignidade humana “, disse ele.

Para a COPPPAL “o Plano Atlanta é uma aposta para quebrar a ordem institucional e democrática, arraigada nos goveA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.




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 No.2086[Responder]

Essa é a baboseira de merda de "Estado mínimo" e "Livre mercado" que os liberotários, liberaloides mimisentos querem importar também para o Brasil.

Fracasso neoliberal: sob Macri, Argentina vive destruição da moeda nacional e saques a supermercados

Como se sabe, o governo de Mauricio Macri na Argentina é o equivalente – na conjuntura internacional – ao governo golpista de Michel Temer no Brasil. Seria como se Aécio Neves houvesse vencido as eleições em 2014: a mesma política chamada de “austeridade”, que nada mais é que colocar o Estado nacional a serviço do pagamento de juros a especuladores internacionais do sistema financeiro.

Antes do Brasil, a Argentina já havia adotado o mesmo receituário de austeridade. Corte de gastos por meio de supressão de serviços sociais, ataque ao estado e ao funcionalismo, privatização generalizada, ataque aos direitos da população em geral: para os banqueiros, tudo, para a população do país, nada. É o receituário neoliberal típico, recomendado pelo Fundo Monetário Internacional e pelo Banco Mundial desde a década de 1970.

O corte de investimentos do Estado evidentemente prejudica o consumo. A subordinação aos banqueiros mina o setor produtivo. O resultado clássico – já verificado em todo o mundo – é uma forte crise cambial provocada pela facilidade com que os especuladores internacionais tiram dinheiro do país, e isso força os Estados nacionais a afundar-se em dívidas com nada menos que o próprio FMI. Na Argentina não tem sido diferente. O país está mergulhado numa forte crise cambial desde maio.

A solução do governo Macri é um plano para aplicar aos argentinos o mesmo “remédio” que Michel Temer et caterva aplicaram no Brasil nos primeiros dias do governo golpista: brutal reforma administrativa com demissões em massa e extinção indiscriminada de órgãos. Com o tempo – e possivelmente em pouco tempo – chegarão à solução da a Emenda Constitucional 95 – a PEC da morte: impor um novo regime fiscal, em que ficam congelados os gastos públicos com saúde, educação, salário de servidores, e fica assegurado o pagamento de juros aos especuladores estrangeiros. Com tal medida, “acalmA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.(USUÁRIO BANIDO POR FALAR MAL DO MEU MACRI TESÃO, BONITO E GOSTOSÃO)

3 postagens e 2 respostas com imagem omitidas. Clique em Responder para visualizar.

 No.2124

>>2122

(cont.)

Por aqui, a imprensa tradicional vende a crise argentina como se fosse apenas um problema de confiança dos mercados, mas, segundo Garcia Fernandez, o buraco "é mais embaixo". "Acho que tem um problema bem maior que isso. É o que os economistas chamam de 'restrição externa argentina', ou seja, o déficit de moeda estrangeira. A origem do problema é essa. Não é possível ter um país que fica se endividando para que as pessoas levem grana para offshore, passem férias em Miami ou comprem pirulitos importados. É um país inviável."

Ele diz que até mesmo o choque no turismo contribuiu para a crise de falta de dólares, com toda a classe média alta indo de férias para Miami, e poucos turistas vindo para a Argentina. Soma-se a isso os argentinos que compram dólares para poupar em moeda forte, ou ainda os super-ricos, que evadem divisas em contas offshore. Com o aumento da taxa de juros nos Estados Unidos, essa combinação "faz com que a Argentina esteja precisando de dólares desesperadamente", diz o economista da UFABC. "E esses dólares não vêm."

Garcia Fernandez diz ainda que os cortes nos ministérios – Macri reduziu de 22 para 10, retirando o status de ministérios de pastas como Energia, Trabalho, Agroindústria, Saúde, Meio Ambiente, Ciencia e Cultura, dentre outros –, que devem resultar em uma economia de cerca de US$ 9 bilhões, segundo o governo, também não são significativos perante a totalidade dos gastos, e ainda podem aprofundar ainda mais a crise.

"Os cortes nunca são a saída porque o próprio corte aprofunda a recessão. O problema é que cortar o déficit significar reduzir o gasto público na economia. Isso implica em suspender obras", explica o economista. Além da criação de emprego e renda, Macri chegou a idealizar um conjunto de obras públicas na periferia de Buenos Aires para conseguir apoio dessa população, que tradicionalmente vota com os peronistas. Agora já cortou oficialmente mais de 60% das obras pretendidas, e as outras enfrentam interrupções por falta de pagamento aos operários.

O economista dizA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.




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 No.2114[Responder]

Relembrar é viver.

As declarações de guerra contra o povo que partiram de Jair bostanazi

Ao contrário do que a imprensa golpista e seus candidatos falam por aí, Jair bostanazi tem provocado e ameaçado o povo brasileiro o suficiente para sofrer não só um, mas vários ataques por parte da classe trabalhadora, das mulheres, dos estudantes, dos movimentos sociais, dentre outros, em função de suas declarações de apologia à violência e de seu comprometimento de extinguir os direitos de sobrevivência da população.

Seguem alguns exemplos dos insultos que o candidato promove contra o povo brasileiro:

“O grande erro [da ditadura militar] foi torturar e não matar”.

(USUÁRIO BANIDO POR FALAR MAL DO MEU CANDIDATO DE ESTIMAÇÃO, TO TRISTE :\)
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 No.2121

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“Somos um país cristão, Deus acima de tudo. Não existe essa história de estado laico não, é estado cristão. Vamos fazer o Brasil para as maiorias. As minorias têm que se curvar às maiorias. As minorias se adequam ou simplesmente desapareçam.”




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 No.2110[Responder]

Os interesses populares, os do ‘mercado’ e a Bolsa de Valores

Róber Iturriet Avila – O discurso do que é bom para a “economia” e para o “mercado” é travestido de “interesse geral”, quando, na verdade, é o interesse específico da minoria rica do país que vive de aplicações financeiras.

Em tempo de disputa política eleitoral, as narrativas do “interesse geral” são explicitadas nas manchetes. O “mercado” tem suas preferências, o qual é traduzido como sintoma da “economia”. O que seria bom para a “economia”? Impõe-se a clarificação de tais conceitos.

Nosso sistema é de economia de mercado: capitalismo. A “economia” envolve preços, lucros, salários, juros, renda, produção, taxa de câmbio, déficit, superávit, exportação, importação etc. O “mercado” é a instituição em que se articulam os negócios. As relações de oferta e de demanda, os preços, a produção, o consumo, são relações de mercado. Há reconhecidamente, nestas relações, interesses contraditórios. Seja quando se analisa pela ótica consumidor/produtor, seja quando se analisa pela ótica trabalhador/empresário.

Entretanto, no discurso comum, a referência ao “mercado” e à “economia” é traduzida como o índice da Bolsa de Valores de São Paulo e a preferência dos investidores no sistema financeiro. O interesse manifesto, nesse caso, é daqueles que vivem de aplicações financeiras, ou seja, de sua propriedade, os rentistas, e também o interesse daqueles que vivem de lucros, os empresários (setor produtivo). Geralmente o que se transmite como o “mercado” é na verdade o “mercado financeiro”.

Há um relativo consenso de que é de “interesse geral” a elevação da atividade econômica, pois ela gera lucros, salários, empregos, juros, impostos, consumo etc. Não é possível ignorar, entretanto, que nos interesses da “economia” há contradições.

Autores de matriz liberal, como o clássico David Ricardo, reconhecem que “aquilo que se pagasse como salário teria a máxima importância em relação aos lucros, pois, evidentemente, estes últimos seriam altos ou baixos, exatamente na proporção em que os primeiros fossem baixosA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.(AIN MAS O TITIO OLAVO FALOU QUE O COMUNISMO É RUIN E MATOU 800 ZILHÕES .-.)

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 No.2112

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Nessa medida, aqueles que não utilizam os serviços públicos, não têm interesse em gastos nos serviços sociais. É de interesse daqueles que vivem de lucros e da rentabilidade financeira que os salários não se elevem e que os gastos públicos caiam, assim, os tributos e custos empresariais poderão também cair.

A agenda econômica e política do “mercado” (financeiro) é, portanto, a da redução dos serviços públicos, da flexibilização da legislação trabalhista, da reforma da previdência, da privatização dos serviços públicos, em uma palavra: da liberalização.

Os interesses do “mercado” (financeiro) são então contraditórios aos interesses daqueles que vivem de seu trabalho, daqueles que procuram trabalho, daqueles que utilizam os serviços públicos e também daqueles que não possuem riqueza acumulada, ou seja, da esmagadora maioria da população brasileira.

O discurso do que é bom para a “economia” e para o “mercado” é travestido de “interesse geral”, quando na verdade, é o interesse específico da minoria rica do país que vive de aplicações financeiras e, muitos deles, não trabalham e possuem riqueza herdada. O mercado financeiro e a imprensa brasileira auxiliam a narrar os interesses específicos da minoria rica como sendo os interesses gerais e como aquilo que é bom para a “economia”. Dominam o discurso comum expressando sua vontade como a vontade da nação.

Referências:

CASTRO, Jorge Abrahão. Política social no Brasil: distribuição de renda e crescimento econômico. In: ANFIP; FENAFISCO. A reforma tributária necessária: diagnóstico e premissas. Brasília: ANFIP, FENAFISCO; São Paulo: Plataforma Política Social, 2018.

RICARDO, David. Princípios de economia política e tributação. São Paulo: Nova Cultural, 1996.




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 No.2109[Responder]

Vai lá ser terceirizado pra ver o que é bom, direitalha.

A justiça do capital nunca tarda nem falha: sempre ferra o trabalhador

Sorrateiramente, na sombra de tantos fatos ligados ao circo das eleições gerais no Brasil – este alçapão democrático no qual a burguesia e colaboracionistas do capital atraem e mantém desacordado o proletariado – a justiça brasileira mostrou para que e para quem a justiça em geral existe.

Com a aprovação da chamada “terceirização irrestrita” pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nesta semana, vai piorar muito mais a já altamente desumana condição de sobrevivência da classe trabalhadora.

O fato é que, com essa manobra, o supremo tribunal do capital bateu o último prego da tampa do caixão do processo de integração real da economia brasileira às cadeias globais de produção (CGP).

Esse termo de nome inocente e de aparente neutralidade técnica – alegremente assumido até pela missionária das florestas Marina Silva em debate com candidatos na Band televisão – quer dizer que doravante o Brasil pode retornar sem óbices legais às condições de exploração capitalista que imperaram antes de 1930.

A legalização da “terceirização irrestrita” tem um objetivo claro. Reforçar decisivamente a integração passiva da economia brasileira às CGP. Segue aquele figurino de indústrias montadoras e plataformas de exportação plenamente realizado por China, Índia, México, Turquia, etc. – em que a classe operária sem qualquer direito trabalhista é controlada policialmente (e democraticamente, claro) pelo Estado.

As CGP servem, em primeiro lugar, à necessidade imperiosa do capital continuar se reproduzindo globalmente; em segundo lugar, em seu mundo de contradições, para lutar contra a tendência à queda da taxa geral de lucro internacional e suas periódicas crises cíclicas de superprodução, como a que ora se avizinha, mais uma vez.

Essas observações são estranhas a grandes contingentes de “militantes” de esquerda, para quem o capiA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.(AIN MAIS O MAGICO DO IDEIAS ABISSAIS E O MIMIMISES.ORG FALARAM Q A TERCEIRIZAÇÃO É BOA, REFUTA ESSA COMUNA!!!11!1)



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 No.2093[Responder]

Eleição de papelão: 9 vezes em que a direita passou vergonha tentando fingir que é popular

Atualmente, a direita brasileira tem se apresentado tão nociva quanto esteticamente pitoresca. Em momentos como a votação na Câmara dos Deputados do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, a repugnância pela atitude vil dos traidores da prática se misturou com o asco despertado pelo grotesco espetáculo. Episódios desta natureza são cada dia mais comuns, mas, para o consolo da nação, alguns acabam tomando contornos cômicos, de tão aberrantes.

(AIN MAIS O ASTROFILOSOFO OLAVO DISSE QUE O PSDB É COMUNISTA, TOMA ESSA PETRALHA KKKKKKK)
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 No.2103

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BÔNUS:

Eleições sem Lula

Mais dia, menos dia, a democracia burguesa se revela uma contradição em termos. Se a maioria da população tem direito a escolher seus governantes, naturalmente – a medida em que se conscientiza – vai pondo no poder pessoas não chanceladas pelas elites. Para tentar controlar as eleições, a burguesia tem que se desmoralizar de todas as maneiras possíveis. Imprensa golpista, judiciário corrupto, parlamentares entregues a uma barroca contradição: agradar os empresários que os financiam sem se queimar o povo que os elege). A perseguição aberta contra o ex-presidente Lula (candidato mais popular do país), abrilhanta ainda mais o conjunto desta obra infernal. Por isso, merece figura como a 10ª aberração desta lista. Tão falsa quanto Aécio de Papelão e João Doria trabalhador é a tentativa de maquiar a arbitrariedade e a ditadura para parecerem amigas do povo.




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