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A união faz o meu pinto crescer

Catálogo

Winner of the 77nd Attention-Hungry Games
/x/ - Paranormal Phenomena and The RCP Authority

April 2019 - 8chan Transparency Report
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repórtein u cansêr!!!11onzi

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 No.2157[Responder]

Ei, você, foi lá na praça da sua cidade vestido de verde-amarelo pra servir de massa de manobra e pedir pra tirar a Dilma, o PT e os corruptos e pensando que iria ter mais saúde, educação e emprego? Toma essa, coxinha:

O corte de gastos dos golpistas vai destruir a educação

A política de austeridade institucionalizada no Brasil pelo governo golpista, seguindo os princípios econômicos do neoliberalismo, definidos por organizações imperialistas como o FMI; Banco Mundial, tem desde já causado profundo impacto negativo à vida social brasileira. A enorme taxa desemprego, a volta da miséria, o rebaixamento das condições de vida do brasileiro etc., já atestadas por estudos e pesquisas, podem ser colocadas na conta da chamada política de austeridade. Um de seus resultados é a destruição total de ensino básico público que se processa.

A principal política de austeridade que os golpistas impuseram ao país é a emenda 95, conhecida como PEC da morte, que congela os investimentos estatais por 20 anos. De todas as áreas da vida nacional profundamente afetadas por esta a monstruosidade, a educação, talvez, esteja na situação mais dramática.

Pouco mais da metade (52%) da população brasileira adulta, de 25 a 64 anos, não concluiu o ensino básico, ou seja, não terminou ou mesmo chegou a cursar o ensino médio. No ensino superior apenas 17% dos jovens entre 24 e 34 anos atingem o ensino superior. Os dados desalentadores constam em uma pesquisa divulgados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Somando se a esses resultados as pesquisas que apontam que há no país cerca de 38 milhões de analfabetos funcionais dentre outros enormes problemas, pode-se concluir que para avançar na educação formal do povo será necessário enorme esforço e investimento.

A depender dos golpistas, não só não haverá nenhum esforço e investimento, como as parcas conquistas na área irão retroceder. O Plano Nacional de Educação, por exemplo, aprovado em 2014, cujo objetivo é de dar uma resposta, ainda que tímida, aos imensos problemas educacionais do país, e que determina diretrizes, metas e estratégias para a política edA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2152[Responder]

Querer achar que essas eleições são normais e que o Brasil continua sendo democrático é fazer papel de trouxa, seriosamente.

Burguesia tenta explicar que não é possível haver fraude nas eleições

Da redação – Nessa terça-feira (18), a Folha de S. Paulo lança um podcast no programa “Eleição na Chapa”, veiculado pelo spotify, sobre a suposta “impossibilidade de fraudar as eleições”. A série de argumentos da imprensa burguesa objetiva, exatamente, encobrir a fraude aberta que são as eleições de 2018, cujo maior candidato foi impedido de concorrer.

Para isso, faz explicações difíceis e vazias sobre a suposta “impossibilidade técnica” de fraudar os dados das urnas eletrônicas, de fraudar sua criptografia e o algoritmo que associa os votos à contagem registrada para cada candidato. Esse argumento vazio, que acaba por se autocontrariar, desconsidera que as eleições são um evento político com muito mais fatores determinantes além da própria urna. O acesso à imprensa monopolizada pela burguesia golpista, a campanha da imprensa contrária ao ex-presidente Lula e ao PT, a perseguição judicial que levou à retirada de Lula do pleito e a série de ameaças de intervenção militar pelas Forças Armadas são todos fatores fundamentais para o entendimento que as eleições de 2018 não só já são fraudadas, como são um novo golpe sobre o povo brasileiro. As eleições desse ano estão sob jugo das Forças Armadas, que já tomaram o poder do Supremo Tribunal Federal e do Governo Federal, com figuras como o general Etchegoyen.

Falando sobre a acusação de Jair bostanazi para quem o Partido dos Trabalhadores, supostamente, estaria querendo fraudar a votação de 2018, o jornalista acabou se contradizendo e expressando no podcast a fragilidade técnica das urnas: se o ente político tiver poder o suficiente para agrupar todo o conjunto de técnicos responsáveis pela urna sob seus interesses, ele tem sim poder de fraudar as eleições. No caso do PT, já perseguido, é absurdo acreditar numa fraude a ele favorável. Contudo, pelo lado oposto, o mesmo governo que já persegue o Partido dos Trabalhadores e o ex-presidente Lula, tem nas mãos o controle de toda a máquina estatal responsável pela formação das urnas:A postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2150[Responder]

Boletim da Crítica da Economia sobre a situação da economia mundial.

Temperatura Máxima Em Wall Street

por Fernando Grossman, da redação.

Depois de bater todos os recordes históricos, nos últimos nove anos, e não haver nenhum sinal evidente que esses recordes possam parar, ainda tem gente mais inteligente que os chamados homens do mercado e que aparece, de repente, para alertar a esses indivíduos práticos que as coisas da vida econômica não são tão simples quanto eles imaginam.

É o caso, por exemplo, de Robert Shiller – professor na Yale University e que, apesar de ser um ganhador do prêmio Nobel de Economia, é um economista inteligente. Em palestra nesta sexta-feira (14) em Nova York, disse para uma plateia de acelerados especuladores que vê “tempos ruins no mercado de ações” à frente. Uma sensação de que alguma coisa muito ruim está para acontecer brevemente.

Em entrevista à CNBC TV, em 22 de Agosto, ele já tinha afirmado que o nível exagerado da recente disparada touro do mercado indica que é hora de vender. O “mercado touro” pode reverter para o “mercado urso”. Uma nova correção no mercado de ações.

Na palestra de sexta-feira reforçou essa recomendação, explicando que os capitalistas (“investidores”) devem ignorar a recente explosão nos lucros das empresas estadunidenses e focar na valorização de longo-prazo, a qual, segundo ele, “carrega notícias muito ruins (foreboding news, no original) para o mercado de ações”.

Shiller é muito conhecido por uma série de formulações e teorias a respeito do mercado de ações. Mas seu grande prestígio se deve a um interessante indicador que ele formulou e utiliza para medir a valorização no mercado de ações.

Trata-se da Cyclically Adjusted Price to Earnings ratio [relação Preço/Lucro Ciclicamente Ajustada], um indicador correntemente conhecido como “Shiller CAPE” or “Shiller PE”.

Permite analisar a valorização das ações ao lonA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.

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 No.2151

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Algumas observações. No presente ciclo econômico, o mais longo rali da história fez com que o índice S&P 500 subisse mais de 335% desde a ressaca encerrada em Março de 2009. Essa desvairada trajetória de valorização mostra, ao mesmo tempo, o potencial de destruição de capital que certamente ocorrerá na nova correção que pode explodir nos próximos trimestres.

Compare-se o que está ocorrendo neste ciclo econômico com os dois anteriores. Em Maio de 2000, como destacado no gráfico, o S&P 500 já havia alcançado um fantástico pico recorde de valorização de 1420,60 pontos. Foi aquela coisa inaudita no pós-guerra que Alan Greenspan, presidente do Fed, na época, chamou de “exuberância irracional”.

Aquele índice de 2000 foi novamente igualado pelo pico do ciclo posterior, em Dezembro /2007, às vésperas da explosão da nova crise 2008/2009. É notável, portanto, que os dois picos daqueles dois ciclos econômicos correspondem (em 2000 e 2007) ao mesmo nível de valorização.

Em outras palavras: apesar da persistência da “exuberância irracional”, a massa de capital a ser queimada no último período de crise (2008/2009) continuava em condições politicamente administráveis. De um lado, pela política fiscal e monetária do Fed e do governo estadunidense; de outro, pelas ações geopolíticas e militaristas da máquina imperialista comandada pelos EUA (OTAN, União Europeia, Israel, etc.).

Mas agora, nesta segunda-feira (17 Setembro 2018) o índice S&P 500 alcançava 2888,80 pontos! Exatamente o dobro daqueles picos recordes dos dois ciclos anteriores. Mais do que irracional, uma exuberância altamente criativa de destruição de capital.

Primeira comprovação: existe agora uma nova e fantástica massa de capital acumulada nos últimos nove anos significativamente maior do que nos dois últimos ciclos periódicos anteriores. Pronta para ser incinerada.

É isso que permite afirmar que esse incêndio no coração do sistema – e a consequente falência de um número incalculável de bancos e empresas – será o maior de todos ocorridos nos últimos setenta anos do pós-guerra.

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 No.2063[Responder]

Bostavômito 2018!

(USUÁRIO BANIDO POR ESTA MENSAGEM)
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 No.2149

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>>2132

A versão transparente ficou melhor ainda.




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 No.2146[Responder]

A elite está trabalhando ativamente para colocar o bozonazi e o picolé de chuchu no segundo turno. Conseguiram tirar o Lula (que ganharia no 1º turno de lavada) pra forçar o PT a colocar um professorzinho universitário que quase ninguém conhece. Só sendo cego pra não ver tudo isto.

Burguesia criou dois espantalhos na eleição: bostanazi e Haddad

Para criar uma situação artificial que permita classificar seu (s) candidato (s) para o segundo turno das eleições, consumando a fraude do processo realizado sem a presença do candidato preferido pela maioria do eleitorado, o regime golpista, além de manter Lula na cadeia, cassar sua candidatura e impedir sua presença na campanha eleitoral está realizando uma verdadeira campanha de terror em que procura assustar uma parcela do eleitorado (principalmente a classe media sensível à campanha terrorista da imprensa golpista, bem como outros setores mais atrasados da população) de que haveria um enorme perigo de que o segundo turno das eleições seja disputado entre dois pólos extremos: a direita, representada pela chapa militar, defensora do golpe militar, bostanazi-boiolão e a esquerda, com o candidato substituto de Lula, indicado pelo PT, Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo.

O objetivo dessa campanha é procurar pressionar os chamados setores de centro-direita, na realizada os mais poderosos aparatos da direita burguesa, golpista e pró-impeirlaista, a se unificarem em torno de uma candidatura que lhes garanta chegar ao segundo turno e eleger, com novas manipulações no segundo turno, o candidato preferencial dos golpistas, que leve adiante os ataques iniciados pelo governo golpista de Temer e toda a quadrilha que ocupa o Executivo e domina o Congresso Nacional e o Judiciário.

Nesta operação, as pesquisas, longe de serem instrumento de medida de opinião, são um instrumento de indução, de manipulação da vontade de uma parcela reacionária e, depois, de uma possível maioria da população.

Dar crédito a tais levantamentos, encomendados, patrocinados, realizados e divulgados por empresas capitalistas, é uma enorme equivoco político da parte de setores da esquerda e sA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2145[Responder]

O regime político já é tecnicamente e praticamente uma ditadura. Só falta dar nome.

Repressão: proibido manifestar opinião política nos estádios

A escalada da censura e da repressão no País vem ganhando contornos cada vez mais acentuados. A direita fascista e reacionária, impopular e amplamente rejeitada pelas massas, se vê obrigada a adotar medidas cada vez maiores de ataques aos direitos democráticos da população. O que se vê país afora é uma verdadeira ditadura policial, que busca sufocar a rebelião popular latente entre as massas populares.

O longo braço da repressão e da censura está presente em todos os aspectos da vida social. O direito a livre opinião e manifestação vem sendo constantemente ameaçado pela perseguição policialesca desencadeada pela direita fascistóide, que se utiliza do aparato militar repressivo para aterrorizar não só a população pobre e explorada, mas também a intelectualidade que lida com a cultura e a produção artística nacional.

Em todas as grandes manifestações onde há concentração de massas, a truculência policial tem deixado a sua marca, evidenciando não se tratar de fatos e/ou acontecimentos isolados. Há muito a direita vem tentando impor o controle e a censura ao conjunto da sociedade, com o intuito claro de fazer cessar a crescente rejeição e o repúdio ao regime de terror dos golpistas.

Uma das manifestações de maior apelo e adesão popular, que expressa de forma muito exponencial a cultura de massas, é o futebol. O esporte mais popular do país arrasta multidões, levando grandes contingentes populacionais, em todas as regiões do país aos estádios que, por um claro temor da burguesia e da direita, foram transformados em “arenas”, com o objetivo claro de dificultar e até mesmo impedir o acesso das massas populares aos eventos esportivos.

Com a agudização da crise política e o aumento dos protestos contra a direita golpista, os estádios – ainda que reduzidos em sua capacidade e controlados diretamente pelo aparato policial – se tornaram palco de grandes manifestações de massas. Isso fez com que houvesse um vertigA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2140[Responder]

kkkk vai pra cuba ou venesuela seu petralia mortadela istragada kkkkkkkkkk #bozomito

Atrás da Venezuela: governo golpista deixa Brasil estagnado no IDH

Os golpistas de toda sorte se vangloriam diante da situação de crise econômica da Venezuela, como uma espécie de masoquismo em razão da desgraça alheia. No entanto, os dados divulgados, neste mês, apontam que o Brasil ficou atrás da Venezuela no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), exposto pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

A posição do Brasil foi a de 79ª, ao passo que a Venezuela se ficou na 78ª posição. O governo golpista de conde drácula foi o responsável pela péssima colocação brasileira, haja vista que no índice divulgado em 2010, ainda sob o governo Lula, o Brasil ficou na posição 73ª. São três anos consecutivos nesta posição. Na América do Sul, o Brasil fica em 5º lugar, atrás do Chile, Argentina, Uruguai e Venezuela.

É notório que o nosso país está regredindo sob a política de austeridade dos golpistas, especialmente no que diz respeito ao congelamento dos gastos públicos e ao corte orçamentário dos programas de assistência social.

O povo brasileiro tem que derrubar o governo golpista, pois somente assim vai haver melhorias em benefício da população, do contrário as condições de vida da classe trabalhadora irá, inevitavelmente, retroceder.

É preciso intensificar a luta contra o golpe e pela liberdade de Lula.

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 No.2144

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>>2142

>>2143

HUE




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 No.2139[Responder]

Atenção, paulistanos:

São Paulo à venda: Bruno Covas se reúne com cônsul italiano para oferecer a cidade

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas do PSDB (que assumiu o cargo após a renúncia de João Doria para concorrer ao governo do Estado de São Paulo), se reuniu com o cônsul-geral italiano Fillipo La Rosa no dia 5 de setembro.

O objetivo da conversa foi oferecer um portfólio de venda da cidade de São Paulo para empresários italianos. A ideia seria privatizar estatais, equipamentos públicos, parques etc e tudo que for possível vender no ano de 2019.

Na reunião também foi apresentado um plano de formação de 200 professores que poderão lecionar italiano nas instituições públicas de São Paulo. E ainda a continuidade do projeto “Italia per San Paolo” onde um grupo de empresários italianos financiam a restauração de praças ligadas à imigração na cidade. Obviamente que essa pauta “caridosa” nada mais é do que uma demagogia para distrair o publico diante do real interesse desses empresários que é a usurpação do patrimônio público paulistano.

O ex-prefeito João Dória já havia defendido a privatização do Pacaembu, do Parque do Ibirapuera, do autódromo de Interlagos e tudo mais que interessar a iniciativa privada (preferencialmente estrangeira). Entretanto, os planos do ex-prefeito playboy de ganhar a eleição para governador do Estado de São Paulo o fizeram adiar o projeto para depois do processo eleitoral de 2018.

O PSDB, assim como a maior parte da burguesia nacional, veem o Brasil como uma colônia que deve ser vendida e entregue para o domínio de grandes empresas estrangeiras em detrimento dos interesses do povo brasileiro. Pouco importa a soberania do país e os interesses da população, desde que eles ganhem a parte menor desse processo de submissão como se fossem senhores coloniais subservientes à metrópole.

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 No.2138[Responder]

180 dias da morte de Marielle: polícia não acha os assassinos, pois foi ela mesma

Passados 180 dias do assassinato da vereadora do PSOL, Marielle Franco, e de seu motorista, Anderson Gomes, as investigações da polícia civil do Rio de Janeiro, responsável pelo caso, encontram-se praticamente na estaca zero.

Marielle foi assassinada em uma emboscada no bairro do Estácio na zona central do Rio, por volta das 21 horas do dia 14 de março, quando retornava de um evento político. Na mesma emboscada foi morto o seu motorista, Anderson Gomes, e uma terceira pessoa, assessora da vereadora, ficou ferida.

Em seguida a execução, o governo federal, estadual e municipal, além do interventor militar, general Braga Netto e o secretário de segurança, Richard Nunes, apressaram-se em condenar o crime e a prometer todo empenho para a solução imediata do caso.

Nos dias seguintes começaram a vir à tona várias denúncias do envolvimento de grupos de extermínio compostos por policiais e ex-policiais. Também foi comprovado que as balas que atingiram a vereadora e seu motorista vinham de armas de uso restrito das Forças Armadas.

Nunca é demais relembrar que Marielle vinha denunciando sistematicamente a escalada da violência de policiais militares nas periferias do Rio de Janeiro, principalmente após a intervenção militar, além de ter assumido, duas semanas antes do seu assassinato, a relatoria da Comissão da Câmara de Vereadores do Rio criada para acompanhar a atuação das tropas na intervenção militar no Estado.

Uma de suas últimas denúncias foi justamente contra policias do 41º BPM (Batalhão da Polícia Militar) de Acari (subúrbio do Rio). Em uma postagem em sua página no facebook, às vésperas do atentado, escreveu: “Precisamos gritar para que todos saibam o está acontecendo em Acari nesse momento. O 41° Batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro está aterrorizando e violentando moradores de Acari. Nessa semana, dois jovens foram mortos e jogados em um valão. Hoje a polícia andou pelas ruas ameaçando os moradores. Acontece desde sempre e com a intervenção ficou ainda A postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2137[Responder]

Privada privatizada: Dória-Covas vão vender até banheiros públicos

Bruno Covas atual prefeito da cidade de São Paulo autoriza propagandas até mesmo em banheiros. A instalação que começará neste fim de ano, pretende utilizar 200 painéis de 2 m² cada, para publicidade em espaços públicos.

A abertura dos envelopes das empresas foi remarcada hoje (10) para 21 de setembro. Esse contrato gira em torno de nada mais nada menos do que 57,9 milhões, com 25 anos de duração. Alguns banheiros moveis receberão essas propagandas dos seus amigos empresários.

Em junho Covas (PSDB) publicou um decreto alterando a regulamentação da lei da concessão, liberando a instalação da publicidade fora dos banheiros.

Os analistas burgueses afirmam que a propaganda é requerida pelo mercado publicitário: “havia temor de que anunciantes não se interessariam pelos espaços, caso eles estivessem apenas nos banheiros” diz Renata do site Terra. Nadia Somekh, arquiteta e urbanista, professora da elitizada Mackenzie, afirma que uma mudança nesse sentido “deveria ser para todo o mobiliário urbano”, para evitar que se pense em “um desvio” da Lei Cidade Limpa.

O que fica claro é a intenção da classe burguesa em utilizar dos bens públicos que deveriam receber obras de melhorias para o povo, para propagandas barata das empresas dos amigos de Covas e também de Dória, o coxinha mor.



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 No.2136[Responder]

Briga de compadres: prisão de Beto Richa atinge Álvaro Dias para favorecer picolé de chuchu nas eleições

Como se sabe, quando o Judiciário e a polícia chegam a algum político da burguesia, trata-se de disputa interna. Não é diferente no caso da Operação Piloto, deflagrada na última terça (11), encarcerando o governador do Paraná, o espancador de professores Beto Richa (PSDB). Um dos alvos da operação é também o bilionário Joel Malucelli – suplente de Álvaro Dias (Podemos) no Senado.

Cabe denunciar, antes de mais nada, o absurdo da prisão preventiva de um governador eleito pelo povo. Tal possibilidade se tornou possível em junho, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) com o aprofundamento do golpe de Estado em curso. O país se aprofunda na ditadura do Judiciário, que outorga poderes ilimitados a si mesmo, aumenta seus privilégios e salários, prende arbitrariamente os políticos eleitos no que resta de processo democrático no Brasil.

A prisão de Beto Richa segue o script usual das ditaduras da burguesia. Atingem primeiro um alvo “de consenso” para em seguida concentram a perseguição nas lideranças populares. Não é improvável que algum governador de esquerda – candidato à reeleição – venha a ser encarcerado nas próximas semanas.

No caso da Operação Piloto – uma fase da Lava-jato –, também foi expedido mandado de prisão para 14 pessoas ligadas ao governador, incluindo sua esposa, Fernanda Richa, e para o megaempresário Joel Malucelli, que é suplente do senador golpista Álvaro Dias. A acusação é de desvios no programa Patrulha no Campo, em que o governo estadual loca máquinas para a conservação de estradas rurais.

Evidentemente há diversos choques internos de interesses entre setores da burguesia que motivaram a ação. Não se trata aqui de uma operação isenta. Trata-se de uma briga de compadres. Dentre os efeitos imediatos identificáveis, está o inevitável reflexo na corrida presidencial.

Como Roberto Requião (MDB) provavelmente vencerá as eleições em primeiro turno, a ala paulista do PSDB aparentemente decidiu rifá-lo, atingindo também candidA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2135[Responder]

Dólar de Temer é maior que o de Dilma, no entanto, ele continua governando. Por quê?

Durante o processo que levou ao golpe do Governo Dilma Rousseff, a imprensa burguesa procurava criar uma série de fatos que explicariam porque o governo precisaria cair, estimulando o processo de impeachment na câmara, as manifestações fascistas na rua contra o governo ou até mesmo explicando porque Dilma deveria convocar novas eleições, apesar de ter ganho com o voto da maioria dos brasileiros.

Um dos argumentos da época era o valor do dólar perante o real brasileiro. Segundo a imprensa golpista, e os coxinhas reacionários que repetem tudo o que a Globo fala, o dólar estava mais alto do que nunca, e o governo era “insuportável”. Sendo que no seu pior momento, no último ano de seu primeiro mandato, o dólar não passou de 2,70 R$. Durante seu mandato sabotado pela direita, isto é, após as eleições de 2014, a moeda americana nunca chegou a R$ 4,20.

Agora, com o governo Temer, o dólar está atingindo valores estratosféricos. Recentemente, sua cotação chegou a atingir 4,21 R$, e não consegue ser cotada a menos de 4,00R$. E tudo indica um aprofundamento da crise econômica. Entretanto, demonstrando serem subservientes à política dos donos do poder mundial, não vemos a gigantesca campanha da imprensa para derrubar Temer, e muito menos seus manifestoches facilmente manipulados, por conta de sua ignorância, saindo às ruas de verde e amarelo para derrubar o governo.

Isso, apesar do dólar, do gaz de cozinha, da gasolina e o custo de vida, de maneira geral, estar mais caro. Tudo que diziam que era ruim durante o governo Dilma, piorou com o Governo Temer, que foi sustentado justamente pelos setores que faziam oposição ao PT, como o PSDB, o DEM, o PMDB, a imprensa burguesa e as marionetes estúpidas da classe média. Alguns irão dizer que o povo não está se revoltando por conta do processo eleitoral e já sabem que Temer vai sair. Mas isso seria um engodo já que os mesmos que apoiaram o golpe contra o governo Dilma, irão agora votar em políticos que sustentaram o governo Temer, como é o caso do PSDB – de Alckimin, Rodrigo Cunha e João Dória; o Partido Novo de João Amoedo – fundado pelo Itaú, que nãA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2131[Responder]

Mais uma amostra de que liberaleco não dá pra ser levado a sério.

E o Estado mínimo? Editora recorre à Lei Roaunet para lançar livros de liberais

Parte da campanha da direita golpista para derrubar a presidenta Dilma Rousseff consistiu em dizer que todos ps programas do Estado teriam sido criados apenas para que o PT estabelecesse um esquema gigantesco de corrupção e, portanto, mereciam ser acabados. Um deles era o incentivo à Cultura, particularmente simbolizado pela Lei Rouanet, que era acusada de ser uma lei a serviço apenas de artistas “comunistas” e ligados à esquerda.

Os defensores do fim da Lei Rouanet, no entanto, não tinham o menor interesse em combater a corrupção: esse discurso demagógico servia apenas para incentivar o “Estado mínimo”. Adeptos da mais alta repressão estatal, os “gurus” do Estado mínimo passaram a vida toda pregando que o Estado não deveria investir um único centavo em Educação, Cultura, Saúde ou qualquer outro interesse da população.

Mais uma vez, contudo, os “liberais” se contradizeram: uma editora resolveu recorrer à Lei Rouanet para publicar livros de autores liberais. O “Estado mínimo” só convém quando a burguesia quer acabar com os direitos da população…

(AIN NÃO GOSTEI, APAGAA >.<)

 No.2133

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Titio Bufê mandando a real.




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 No.2126[Responder]

Depois de ler essa, dá pra ver que nada acontece por acaso.

Plano Atlanta: o golpe judicial-midiático na América Latina

12/07/2017

A conspiração internacional para derrubar os presidentes progressistas do continente com uso da mídia e do Judiciário

Eduardo Vasco, Pravda.Ru

"Como não podemos ganhar desses comunistas pela via eleitoral, compartilho com vocês isto aqui."

Com essas palavras agressivas um ex-presidente sul-americano iniciava a explicação de um plano conspiratório a outros ex-presidentes latino-americanos, em uma suíte do hotel Marriot, em Atlanta (EUA), no final de novembro de 2012.

A primeira etapa da conspiração seria iniciar uma campanha de desprestígio através dos meios de comunicação contra os presidentes progressistas e de esquerda da região para minar sua liderança. A pressão midiática levaria à segunda etapa: a instauração de processos judiciais para interromper o mandato dos governantes.

O Plano Atlanta resultaria nos chamados "golpes suaves" - "encobertos de julgamentos políticos precedidos por escândalos de corrupção, ou campanhas dirigidas a ventilar supostos comportamentos questionáveis da vida íntima dos líderes progressistas; incluindo, se fosse necessário, familiares, amigos ou pessoas próximas".

Quem conta é Manolo Pichardo, deputado dominicano e atual presidente da Conferência Permanente de Partidos Políticos da América Latina e Caribe (COPPAL), em um artigo publicado em março de 2016 no jornal Listín Diario, da República Dominicana, intitulado "El Plan Atlanta", denominação que ele deu à trama continental.

Em entrevista exclusiva à Pravda.Ru, o político diz que presenciou a conversa "por acaso". Não era o tipo de reunião que o agradava. Pichardo, dirigente do Partido da Libertação Dominicana, de centro-esquerda, estava acostumado a participar de encontros do Foro dA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.(AIN MAIS NÃO SAIU NO ESTADÃO NEM NO JN, ENTÃO EH MINTIRA `-')

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 No.2129

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Outro texto, do Jornalistas Livres:

Você já ouviu falar no Plano Atlanta?

Coppal denuncia plano de 2012 de desacreditar líderes pela mídia para justificar processos judiciais

(Imagem: Brasília, 2011 - Um ano antes do Plano Atlanta da Missão Presidencial Latino-americana)

por Cesar Locatelli

16 julho, 2017

Nota da Conferência Permanente de Partidos Políticos da América Latina e do Caribe:

“COPPPAL acredita que conservadores querem inabilitar Lula a se candidatar à presidência

A Conferência Permanente de Partidos Políticos da América Latina e do Caribe, COPPPAL, disse hoje que a sentença de 9 anos de prisão do ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio “Lula” da Silva, reflete a estratégia dos setores conservadores da região, liderados pelos EUA, para impedir que o fundador do Partido dos Trabalhadores retorne ao poder.

Em um documento assinado pelo seu presidente Manolo Pichardo, a COPPPAL disse que o que se tornou conhecido como o Plano Atlanta “vem avançando com certo êxito na região, já que o descrédito de mídia, como um passo preliminar de assédio para justificar processos judiciais que afastem os líderes progressistas que alcançaram o poder com a ajuda do voto popular e impeçam aqueles que planejam alcançar o poder, não parece enfrentar contratempos. ”

“Lula é, para os conservadores que desprezam a América Latina, uma pedra no sapato, porque as forças em torno de seu projeto latino-americano têm construído a sua própria agenda, marcada pela inclusão e uma distribuição mais justa da renda, o que prejudica os predadores e empresas obscenas, aqueles que geram pobreza e degradam a dignidade humana “, disse ele.

Para a COPPPAL “o Plano Atlanta é uma aposta para quebrar a ordem institucional e democrática, arraigada nos goveA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.




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 No.2086[Responder]

Essa é a baboseira de merda de "Estado mínimo" e "Livre mercado" que os liberotários, liberaloides mimisentos querem importar também para o Brasil.

Fracasso neoliberal: sob Macri, Argentina vive destruição da moeda nacional e saques a supermercados

Como se sabe, o governo de Mauricio Macri na Argentina é o equivalente – na conjuntura internacional – ao governo golpista de Michel Temer no Brasil. Seria como se Aécio Neves houvesse vencido as eleições em 2014: a mesma política chamada de “austeridade”, que nada mais é que colocar o Estado nacional a serviço do pagamento de juros a especuladores internacionais do sistema financeiro.

Antes do Brasil, a Argentina já havia adotado o mesmo receituário de austeridade. Corte de gastos por meio de supressão de serviços sociais, ataque ao estado e ao funcionalismo, privatização generalizada, ataque aos direitos da população em geral: para os banqueiros, tudo, para a população do país, nada. É o receituário neoliberal típico, recomendado pelo Fundo Monetário Internacional e pelo Banco Mundial desde a década de 1970.

O corte de investimentos do Estado evidentemente prejudica o consumo. A subordinação aos banqueiros mina o setor produtivo. O resultado clássico – já verificado em todo o mundo – é uma forte crise cambial provocada pela facilidade com que os especuladores internacionais tiram dinheiro do país, e isso força os Estados nacionais a afundar-se em dívidas com nada menos que o próprio FMI. Na Argentina não tem sido diferente. O país está mergulhado numa forte crise cambial desde maio.

A solução do governo Macri é um plano para aplicar aos argentinos o mesmo “remédio” que Michel Temer et caterva aplicaram no Brasil nos primeiros dias do governo golpista: brutal reforma administrativa com demissões em massa e extinção indiscriminada de órgãos. Com o tempo – e possivelmente em pouco tempo – chegarão à solução da a Emenda Constitucional 95 – a PEC da morte: impor um novo regime fiscal, em que ficam congelados os gastos públicos com saúde, educação, salário de servidores, e fica assegurado o pagamento de juros aos especuladores estrangeiros. Com tal medida, “acalmA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.(USUÁRIO BANIDO POR FALAR MAL DO MEU MACRI TESÃO, BONITO E GOSTOSÃO)

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 No.2124

>>2122

(cont.)

Por aqui, a imprensa tradicional vende a crise argentina como se fosse apenas um problema de confiança dos mercados, mas, segundo Garcia Fernandez, o buraco "é mais embaixo". "Acho que tem um problema bem maior que isso. É o que os economistas chamam de 'restrição externa argentina', ou seja, o déficit de moeda estrangeira. A origem do problema é essa. Não é possível ter um país que fica se endividando para que as pessoas levem grana para offshore, passem férias em Miami ou comprem pirulitos importados. É um país inviável."

Ele diz que até mesmo o choque no turismo contribuiu para a crise de falta de dólares, com toda a classe média alta indo de férias para Miami, e poucos turistas vindo para a Argentina. Soma-se a isso os argentinos que compram dólares para poupar em moeda forte, ou ainda os super-ricos, que evadem divisas em contas offshore. Com o aumento da taxa de juros nos Estados Unidos, essa combinação "faz com que a Argentina esteja precisando de dólares desesperadamente", diz o economista da UFABC. "E esses dólares não vêm."

Garcia Fernandez diz ainda que os cortes nos ministérios – Macri reduziu de 22 para 10, retirando o status de ministérios de pastas como Energia, Trabalho, Agroindústria, Saúde, Meio Ambiente, Ciencia e Cultura, dentre outros –, que devem resultar em uma economia de cerca de US$ 9 bilhões, segundo o governo, também não são significativos perante a totalidade dos gastos, e ainda podem aprofundar ainda mais a crise.

"Os cortes nunca são a saída porque o próprio corte aprofunda a recessão. O problema é que cortar o déficit significar reduzir o gasto público na economia. Isso implica em suspender obras", explica o economista. Além da criação de emprego e renda, Macri chegou a idealizar um conjunto de obras públicas na periferia de Buenos Aires para conseguir apoio dessa população, que tradicionalmente vota com os peronistas. Agora já cortou oficialmente mais de 60% das obras pretendidas, e as outras enfrentam interrupções por falta de pagamento aos operários.

O economista dizA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.




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