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A união faz o meu pinto crescer

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Winner of the 75nd Attention-Hungry Games
/caco/ - Azarath Metrion Zinthos

March 2019 - 8chan Transparency Report
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repórtein u cansêr!!!11onzi

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 No.2240[Responder]

Efeitos do golpe: extrema pobreza é recorde em 9 estados

Com o aprofundamento do golpe, ficam cada vez mais perceptíveis as mazelas que afetam a classe trabalhadora, oriundas de um governo golpista, controlado pela direita. Um exemplo é o avanço da condição de extrema pobreza em pelo menos nove estados do país, entre 2014 e 2017.

Segundo dados levantados pela empresa de consultoria Tendências, houve um aumento de 3,2 para 4,8% nos índices de pobreza. O embasamento de valores foi retirado do Plano Brasil Sem Miséria, que é referência do Programa Bolsa Família. O Nordeste é a região com maior número de famílias vivendo em situação de extrema pobreza, sendo os piores casos registrados no Maranhão. Os números são assustadores: mais de 12% da população local vive com renda domiciliar per capita inferior a R$85,00.

O crescimento mais rápido deste índice foi na Bahia. A região passou de 12ª no ranking para 3ª colocada. Percentualmente, o número de famílias que vivem em condições de extrema pobreza passou de 4,8 para 9,8%. Em Sergipe os valores também dobraram, passando de 4,1 para 8,9%.

De 2004 a 2013 os resultados eram consideravelmente mais positivos. Uma das razões era o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que aumentava, em média, 4% ao ano. Já com a consolidação do golpe, a piora a condição de vida da população foi notável. De 2014 a 2017 os índices e extrema pobreza alavancaram de 5,3 para 10,9%.

Outra situação alarmante também foi perceptível no Rio de Janeiro. Em 2014 as famílias em situação de extrema pobreza representavam 1,4% da população local. Depois do golpe, em 2017, o número passou para 3,5%. É importante lembrar que o inferno vivido pelos cariocas só aumenta, principalmente com a intervenção militar, que massacra a classe trabalhadora.

Os índices apresentados são apenas um reflexo do quanto o golpe afeta a classe trabalhadora, favorecendo apenas a burguesia. Nesse sentido a mobilização popular se faz fundamental para que a atuação dos golpistas seja barrada definitivamente.



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 No.2239[Responder]

Importante artigo sobre a próxima crise mundial que está por vir.

A próxima depressão

10 de Outubro de 2018, por Chris Hedges

Durante a crise financeira de 2008, os bancos centrais do mundo inteiro, incluindo o Federal Reserve dos EUA, injetaram milhares de milhões de dólares no sistema financeiro mundial. Este dinheiro falsificado criou uma dívida mundial de 325 mil milhões de dólares, ou seja, mais do triplo do PIB mundial. Este dinheiro falsificado foi entesourado pelos bancos e pelas grandes empresas, emprestado por esses bancos a taxas de juro usurárias, utilizado para o serviço de dívidas insustentáveis ou para resgatar ações, para grande benefício das elites que arrecadaram milhões. O dinheiro assim falsificado não foi investido na economia real. Não foram fabricados nem vendidos quaisquer produto. Os trabalhadores não acederam à classe média com receitas, assistência social e reformas vitalícias. Não foi lançado nenhum projeto de infraestruturas. O dinheiro assim fabricado alimentou novas bolhas financeiras colossais, criadas sobre a dívida e cobertas por um sistema financeiro em ruínas e condenado ao fracasso.

O que é que desencadeará o próximo colapso? Os 13,2 mil milhões de dólares de dívidas insustentáveis das famílias americanas? A dívida insustentável de 1,5 mil milhões de dólares dos estudantes? Os milhares de milhões que Wall Street investiu na fracturação hidráulica, setor que gastou mais 280 mil milhões de dólares do que o gerado nas suas operações? Quem sabe. O que é certo é que é inevitável uma derrocada financeira mundial, que eclipsará o colapso de 2008. Desta vez, com taxas de juro próximas do zero, as elites não têm nenhum plano de salvação. A estrutura financeira vai desintegrar-se. A economia mundial vai entrar numa espiral mortífera. Receio que o furor duma população traída e empobrecida vá reforçar os demagogos de direita que prometem a vingança contra as elites mundiais, a renovação da moral, o regresso às raízes duma época mítica em que os imigrantes, as mulheres e as pessoas de cor sabiam o seu lugar e, por fim, um fascismo cristão.

A crise financeira de 2008, como suA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2237[Responder]

Urnas eletrônicas colocam bolsonarista desconhecido no Senado para atacar o patrimônio nacional

As eleições se demonstraram claramente fraudulentas. A burguesia conseguiu, por meio das manobras mais mafiosas, por meio do controle totalmente arbitrário da burguesia sobre o processo, que teve o judiciário, a polícia e a extrema-direita como setores mais atuantes para reprimir todo tipo de crescimento eleitoral da esquerda durante todo esse processo. Além disso, houveram várias denúncias de pessoas impedidas de votar, de urnas que não haviam determinados candidatos, urnas que não funcionavam de forma normal e assim por diante – tudo isso indicando uma gigantesca fraude orquestrada pela burguesia.

Em São Paulo, essa manobra ficou muito clara quando a direita tirou do senado o candidato petistas Eduardo Suplicy, um político altamente conhecido em São Paulo que agrada tanto os setores mais pobres da população quanto a classe média alta, inclusive de direita. O candidato petista que estava em primeiro colocado nas pesquisas eleitorais da própria burguesia conseguiram colocá-lo atrás de dois políticos golpistas, da direita tradicional do PSDB e o Major Olímpio, do partido do bostanazi (PSL).

O tal Major Olímpio, colocado no Senado – e é preciso bater na tecla – por meio de uma gigantesca fraude nacional, que inclusive colocou-o como senador mais votado de São Paulo, já deu declarações típicas de um bolsonarista – um fascista totalmente vendido ao imperialismo e aos interesses da grande burguesia estrangeira. O futuro senador bolsonarista disse que a prioridade de seu mandato no congresso serão: a redução da maioridade penal, a venda de reservas indígenas e a retomada de um projeto para extinguir as torcidas organizadas.

Quer dizer, no quesito das terras indígenas, o projeto dele é vender as terras do território brasileiro para setores da burguesia estrangeira que explora o país de forma parasitária, no sentido de esfolar as terras e a economia brasileira, entregando-a para setores cujo próprio lucro no ajuda em nada o desenvolvimento brasileiro pois o lucro será investido nos países de onde pertencem essa própria burguesia, isto é, os Estados Unidos, a Alemanha, a ItáliaA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2234[Responder]

Especialista da ONU: campanha enganosa sobre direitos humanos é pretexto para derrubar Maduro

Da redação – Alfred-Maurice de Zayas, especialista independente da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgou análise da situação social, política e econômica da Venezuela em entrevista à jornalista Madelein García (Telesur), publicada no Twitter nessa segunda-feira (9).

Ele deixa bem claro que o alarde criado contra o governo venezuelano e uma suposta “crise humanitária” é, na verdade, um pretexto para a destruição do governo Nicolas Maduro por parte do imperialismo representado pela posição oficial da ONU, por ONGs associadas ao governo dos EUA, pelo próprio governo norte-americano e pela imprensa internacional.

“Aqui vemos uma situação de um assédio incrível (…) quer dizer, usam o pretexto dos direitos humanos para derrubar o senhor Maduro, sem perceber que esse uso dos direitos humanos como uma arma, implica a destruição da dignidade humana, implica a destruição do mesmo conceito dos direitos humanos” denuncia Zayas após passar catorze dias em solo venezuelano, no final de 2017.

(cont.)

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 No.2236

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(cont.)

Sobre as ONGs, Zayas finaliza apontando o seu real teor político de subserviência às posições imperialistas, servindo, pois, como um veículo de efetivação da pauta de destruição dos governos contrários à dominação dos monopólios internacionais: “Estas ONGs acreditam que os direitos humanos estão ali simplesmente como uma arma para atacar um inimigo político, se gosto de um país ou não gosto de um governo, pois eu vou acusá-lo de violações dos direitos humanos”.

Essa denúncia deixa claro que a perseguição a Maduro é apenas mais uma arma do imperialismo para fragilizar um governo que o enfrenta. Além disso, é possível ver claramente que órgãos pomposos, como as ONGs e a própria ONU, na verdade, não são objetos de salvaguarda dos povos oprimidos, pelo contrário. Esses órgãos são veículos “bem vestidos” de implantação da política imperialista em âmbito internacional. Por isso, é preciso repudiar os ataques ao governo Maduro e lutar contra o avanço imperialista na Venezuela e no Brasil.




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 No.2233[Responder]

São Paulo não é de direita, isso é uma mentira para justificar a fraude

Após o balanço das eleições, a imprensa burguesa vem tentando disseminar a ideia de que o Estado de São Paulo é de direita e que seus eleitores têm uma certa adoração aos governos espoliadores do povo. Diante desse propósito, vale aqui, expor as verdadeiras contradições acerca dos resultados eleitorais, da subsequente ramificação da direita no aparato eleitoral e na superestrutura do Estado.

Na década de 1970, São Paulo foi o palco do movimento sindical operário que surgira de intensas lutas no seio da luta de classes, culminando no chamado Novo Sindicalismo; – tentativa essa de pôr a cabo o sindicalismo amarelo da Era Vargas, e, buscando desta forma, romper com a burocracia do Estado e elevar a luta de classes sob uma perspectiva independente.

Nos anos subsequentes, os resultados da intensificação da luta de classes tiveram como fruto a criação do Partido dos Trabalhadores (PT), em 1980, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), em 1983, e a Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT), em 1986.

Em 1978, foi deflagrada em São Bernardo do Campo – SP a primeira greve deste período, quando 100 operários de uma fábrica de ônibus e caminhões, cruzaram os braços em frente às máquinas. Uma semana depois, todos os 1800 operários da Saab-Scania já haviam aderido à greve, além de outros operários de 23 outras empresas.

No decurso das mobilizações impulsionadas pela classe operária, o governo militar foi dando sinais de enfraquecimento, e – mostrando-se incapaz de conter o avanço da mobilização popular; caído em 1985. Neste ínterim, justamente no ABC paulista, surge a figura mais popular do movimento sindical brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, o líder mais carismático da esquerda brasileira, – que por consequência de seu próprio poder de mobilização –, está encarcerado em Curitiba; tudo para garantir os abjetos planos da direita que desde sempre apoiou a ditadura militar, aliando-se ao imperialismo no intuito de colocar em marcha todos os projetos de entrega das riquezas da nação em troca de migalhas perante suas pretéritas condições de vasA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2232[Responder]

Fraude a jato no RJ: candidato de Moro e bostanazi salta 30 pontos em 24 horas

Os resultados das eleições para governador no Rio de Janeiro confirmam que as eleições burguesas não são confiáveis, para dizer o mínimo.

O candidato que passou para o segundo turno em primeiro lugar, Wilson Witzel (PSC) esteve apagado nas pesquisas e longe dos holofotes da imprensa e da opinião pública durante toda a campanha. Embora essas pesquisas também não sejam confiáveis, são utilizadas pela direita para nortear suas estratégias de ação na tentativa de manipular as pessoas e canalizar os votos de acordo com seus interesses.

Na última semana antes das eleições, o candidato do PSC, ex-juiz Witzel, reafirmou seu apoio à candidatura de bostanazi, participando dos atos pró bostanazi, posando para fotos ao lado de fascistas e candidatos ao congresso federal pelo PSL que quebraram a placa com o nome da Rua Marielle Franco (https://www.terra.com.br/noticias/eleicoes/witzel-estava-ao-lado-de-politicos-do-psl-que-rasgaram-homenagem-a-marielle,cc18937597ba07f0eaff279d307850111pdyx630.html) e recebeu um imenso apoio dos candidatos do PSL e fundamentalmente dos filhos do candidato Jair bostanazi.

Além desse apoio de “última hora”, Wilson Witzel também teve seu nome veiculado nos meios evangélicos, e em diversas igrejas os pastores passaram orientação explícita para que o voto fosse feito no que apelidaram de “W20” e “B17” em nome da família e dos bons costumes.

Todas essas manobras criam junto aos eleitores uma tentativa de explicar o crescimento exponencial do candidato, que viu as intenções de votos em sua candidatura passar de 4% no dia 20/09 segundo o instituto data folha, para 42% dos votos válidos após a apuração dos votos.

O fato que precisamos denunciar é que essa virada no cenário eleitoral em tão pouco tempo, desnuda uma enorme fraude, deixando claro o papA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2231[Responder]

Análise: “surpresas” na eleição sempre tiram votos da esquerda e dão votos para a direita

Os “analistas” contratados pela imprensa golpista estão até agora tentando explicar as “surpresas” direitistas que as urnas eletrônicas indicaram como vencedores nas eleições de 2018.

Em Minas Gerais, o candidato do partido Novo, Romeu Zema, que um dia antes da eleição estava em terceiro lugar nas pesquisas, terminou em primeiro, aumentando em mais de 20% a quantidade de votos, em relação a pesquisa de intenção de votos.

Dilma Rousseff do PT, que liderou as pesquisas de intenção de votos para o Senado em Minas Gerais desde o dia que anunciou sua candidatura, perdeu mais de 20% de votos na boca de urna, ficando em quarto lugar nas eleições, sendo que não existiu campanha de boca de urna nas eleições desse ano.

No Rio de Janeiro, outra “surpresa” foi o desconhecido direitista Wilson Witzel do PSC (Partido Social Cristão) que quase ganha a eleição ao governo do Estado carioca no primeiro turno, com 41,28% dos votos, sendo que até o dia da eleição, o candidato “surpresa” nunca foi apontado pelas pesquisas eleitorais como um possível vencedor do pleito, sempre atrás de outros candidatos mais conhecidos, como Garotinho e Romário, outro “fenômeno” eleitoral que vence 24 horas antes das urnas eletrônicas serem abertas.

Em São Paulo, que já é tradicional os candidatos da direita ganhar as eleições no dia da eleição, tendo desafiando até as pesquisas eleitorais mais favoráreis as suas candidaturas, a fraude eleitoral aprontou novamente contra o PT e o conhecidíssimo ex-senador Eduardo Suplicy, em favor da direita.

Eduardo Suplicy do PT, que liderou as pesquisas de intenção de votos desde o primeiro dia de sua candidatura, perdeu a eleição no Senado, no dia da eleição, para dois desconhecidos direitistas, Mara Gabrilli do PSDB e Major Olimpio do PSL, um resultado impossível de até os “analistas” golpistas da imprensa venal brasileira conseguir apresentar qualquer tipo de explicação.

Em 2014, as urnas eletA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2228[Responder]

Não existe “onda bolsonarista”, existe onda de abstenções, nulos e brancos: 40 milhões não votaram

Depois do resultado do primeiro turno eleitoral, muitos têm afirmado acerca de uma suposta “onda bolsonarista” que teria contaminado a população, mas a verdade é que não existe tal onda no mundo real. bostanazi obteve 49 milhões de votos ao passo que as abstenções, votos nulos e votos em branco atingiram o patamar de 40 milhões de eleitores. Verificamos, pois, que se trata de mais uma falácia criada pela imprensa burguesa.

Em outras palavras, a maioria da população não votou em bostanazi ou não viu nele um candidato atrativo. Em verdade, nenhum dos candidatos foi capaz de atrair a maioria dos eleitores, posto que o único candidato que tem essa envergadura foi arbitrariamente excluído por um conjunto de medidas ilegais. Lula despontava com quase metade das intenções de voto quando foi preso antes do trânsito em julgado processual. Tinha enormes condições de ganhar no primeiro turno com o transcorrer da campanha.

Lula defendia um nacionalismo, tornando-o intragável aos golpistas, porém com amplo respaldo popular. Não à toa que as abstenções, votos nulos e votos em branco quase venceram o primeiro turno do certame eleitoral. Destarte, a denuncia da fraude eleitoral se torna cada vez mais imperiosa nesse vácuo eleitoral.

 No.2230

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O povo sabe que sem Lula é fraude: mais de um terço dos brasileiros não foi votar

O ex-presidente Lula liderava todas as pesquisas de intenção de votos, chegando a cerca de 40% no final de agosto de 2018. Com o boicote de alguns institutos de pesquisa e da imprensa golpista em geral, com a prisão ilegal e proibição de ser entrevistado, prejudicando a campanha, ele não parou de crescer e já era certo que, se concorresse, poderia ganhar no primeiro turno.

Com o risco de ser eleito mais uma vez, com imenso apoio popular, o ex-presidente colocava o golpe em xeque, motivo pelo qual o Sistema de Justiça, completamente dominado pelos golpistas, teve que mostrar-se nu e pôs fim ao caso, rejeitando o registro de sua candidatura, numa manobra das mais vis de que se tem notícia no Tribunal Superior Eleitoral, com direito a rasgarem um tratado internacional de que o Brasil é parte.

Não resta dúvida de que Lula liderava as pesquisas como demonstração do povo de sua resistência aos golpistas. Era expressão da luta contra o golpe. Com a fraude que retirou Lula da competição, o resultado é, desde 1998, o mais alto índice de abstenção (ou seja do número dos que não foram votar): 20,32%. Com isso, 29.719.056 pessoas deixaram não comparecer às seções eleitorais. Do mesmo modo, o número de votos em branco foi de relevantes 3.095.689 (2,65%), e o número de votos nulos chegou a 7.161.245 (6,14%).

A soma desses percentuais (29,11%), são quase 40 milhões de pessoas que preferiram não votar ou, indo votar, decidiram não escolher um candidato à Presidência da República, o que indica que para grande parte da população o processo é uma grande fraude e não compensa dele participar.

Considerando a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de impedir de votar mais de 3 milhões de eleitores, a maioria residente em lugares pobres que importavam grande dificuldade de locomoção inclusive, por não terem feito feito o cadastramento biométrico, deixou claro para muitos que o próprio Judiciário é um dos principais atores da fraude.

Segundo dados do TSE, o Brasil teria 147.302.A postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.




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 No.2229[Responder]

Fraude: cheirécio, odiado, é eleito; Dilma, com enormes comícios, não é

As eleições deste ano reforçaram aquilo que já se sabe: a fraude dos processos eleitorais, controlados pela burguesia.

Um dos exemplos desta fraude pode ser visto em Minas Gerais. A líder das pesquisas e ex-presidenta, democraticamente eleita por mais de 54 milhões de votos, Dilma Rousseff, perdeu a disputa ao senado, ficando em 4° lugar. Ela, que era cotada com 27,9% das intenções de voto, recebeu, supostamente, 2.658.852 votos.

Os vencedores foram Rodrigo Pacheco (DEM), com 20,54% dos votos e Carlos Viana (PHS), com 20,28%.

A burguesia elegeu, porém, o impopular cheirécio Neves a deputado federal na mesma região. Ele foi, supostamente, o 18° candidato mais votado no pleito, com, mais ou menos, 106 mil votos. O golpista, que visivelmente não foi escolhido pelo povo, foi inclusive hostilizado pela população quando foi votar, na tarde deste domingo, no Bairro de Lourdes, em Belo Horizonte.

Quando questionado sobre quem apoiaria no 2° turno das eleições, entre Fernando Haddad (PT) e Jair bostanazi (PSL), cheirécio disse que não iria se pronunciar, mas que jamais apoiaria o Partido dos Trabalhadores.

É importante ressaltar, mais uma vez, a fraude que é o processo eleitoral. Os resultados deste domingo demonstram o avanço da direita golpista no país, que só poderá ser derrubada através de amplas mobilizações populares, que são a única forma de garantir a conquista e o mantimento de direitos da classe trabalhadora.



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 No.2227[Responder]

Fraude: não foi a vontade dos eleitores que prevaleceu, mas a “vontade” das urnas

O resultado apresentado pela justiça eleitoral para as eleições do último domingo, se contrapuseram, e muito, até mesmo às pesquisas fraudulentas apresentadas poucas horas antes do pleito que, mesmo com toda a manipulação costumeira do processo eleitoral, chegar a mostrar variações de até 70% de diferença em relação ao que foi divulgado nas pesquisas apresentadas na véspera, pelos órgão que são vinculados aos principais monopólios da imprensa golpista como o Ibope/Globo-Estadão e o Datafolha/Folha de S. Paulo.

Com mil piruetas os “analistas”procuram explicar na TV tamanha “margem de erro”, alegando mudanças bruscas no estado de ânimo do eleitor, diante de uma campanha que – praticamente – não existia ou ainda atribuindo o resultado a um suposto apoio do candidato direitista Jair bostanazi, que praticamente não fez campanha nem para si mesmo, mas teria sido decisivo na eleição de supostos aliados.

Como mágica, elementos sem qualquer popularidade, sem campanha colossais, sem nada, saltaram da quarta ou quinta colocação para a liderança nas urnas.

Assim, elementos reacionários e que tinha dificuldade até para se elegerem deputados em eleições anteriores (não eram portanto “novos”ou elementos “de fora da politica” etc.) tornaram-se recordistas de votos como o ultra reacionário major Olímpio, senador eleito com mais de 9 milhões de votos, em São Paulo.

Não faltaram a ultrapassagem, sem qualquer motivação excepcional, de candidatos da esquerda que haviam se oposto ao golpe de estado, como a presidenta Dilma Rousseff, em Minas Gerais, do vereador Eduardo Suplicy, em São Paulo, e do senador Roberto Requião, no Paraná, todos com derrotas acachapante e na reta final, nas eleições para o Senado.

No Rio de Janeiro, mesmo com o apoio do ex-governador que figurou no segundo lugar das pesquisas, por mais tempo, e que se encontrava 48 h antes do pleito na segunda colocação na disputa para o governo, o senador Romário (Pode), foi ultrapassado por dois candidatos que ocupavam a teA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2226[Responder]

Após a farsa eleitoral, mercado apresenta alta

Da redação – Nesta segunda-feira, dia 08 de outubro, um dia após as eleições fraudulentas do último domingo, a Bolsa de valores operou em forte alta, acima dos 85 mil pontos. Segundo a imprensa burguesa, porta voz oficial dos interesses do imperialismo no Brasil, a alta estaria associada a divulgação do resultado eleitoral que colocou o candidato fascista Jair bostanazi no segundo turno na frente do candidato petista Fernando Haddad.

A alta da Bolsa de valores também foi acompanhada de uma leve queda no valor do Dólar americano em relação à moeda brasileira, aproximadamente 10 centavos abaixo do fechamento da última sexta-feira, dia 05 de outubro. De acordo com representantes da burguesia e do imperialismo, não apenas a potencial eleição de bostanazi para o segundo turno, mas também a expressiva bancada que a direita obteve no Congresso e no Senado promoveriam um ambiente propício para que os golpistas aprovem as reformas que retiram os direitos da população, como por exemplo a reforma da previdência que o governo golpista de Temer foi incapaz de levar adiante. A agência Moody’s por exemplo, declarou que “Independentemente de quem vença, o novo presidente terá que formar alianças no Congresso que permitam a aprovação de reformas fiscais —especialmente a da Previdência— para que se encaminhe uma fragilidade fundamental no perfil de crédito do Brasil”.

Outro representante do mercado e, sobretudo dos banqueiros, Alejandro Hardziej, “O primeiro turno da eleição presidencial deixou bostanazi em uma surpreendente boa posição para se tornar o próximo presidente brasileiro. bostanazi é o candidato mais pró-mercado, defendendo reformas necessárias e privatizações no país. Enquanto continuamos acreditando que a economia brasileira seguirá em recuperação lenta apesar do resultado da eleição, o resultado do primeiro turno será positivo para a dívida brasileira”.

O que fica claro é que a ausência do candidato preferencial da burguesia e do imperialismo no segundo turno das eleições, coloca bostanazi como uma opção possível aos olhos dos golpistas. Para o Golpe de Estado, independentemente de qual candidato, o mais importante é a A postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2225[Responder]

Ataque a urna é revolta contra a fraude eleitoral

Que as eleições fraudadas estão gerando uma grande insatisfação não é algo novo, mas a cada etapa do aprofundamento do golpe, novos fatos são produzidos, e um deles foi em Santa Catarina.

Eleitor levou uma marreta para a votação e destruiu uma urna eletrônica. O fato que é apresentado como algo isolado, sustentado pela tese de que o rapaz fez isso por possuir problemas psicológicos, é apenas uma tentativa de camuflar um sentimento mais amplos das massas com o processo fraudulento.

Não é conhecido se o eleitor possui alguma preferência política, mas definitivamente, o ataque a urna representa a decadência do sistema político para grande parte da população, que até a renuncia sob pressão dos militares do ex-presidente Lula, estavam esperançosos com sua candidatura.

É importante compreender que ações como esta demonstram um sintoma, mas que o problema somente será resolvido mediante uma luta organizada dos trabalhadores nas ruas, pois as eleições são uma ferramenta da burguesia para garantir o poder e não será por intervenções individuais que conseguiremos derrubar o regime golpista que massacra o país.



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 No.2224[Responder]

Abstenção nas urnas demonstra reação do povo contra o golpe de Estado

Da redação – Apesar de todas as fraudes que ocorreram nas urnas e das manobras para impedir a população mais pobre de votar, ao final das apurações em todo o país, o número de abstenções indicava mais de 20%, isto é, a cada cinco eleitor brasileiro, um decidiu não votar. No total, mais de 30 milhões de eleitores nem compareceram nas urnas. É o maior número desde 1998, quando 21,5% do eleitorado não foi votar.

Em estados como Mato Grosso do Sul, quase 1/4 da população não foi votar. Mas o que vale ressaltar é que em todos os estados, tirando Roraima, a abstenção foi maior que 15%. Os dados demonstram que a população está reagindo ao golpe de estado, desacreditados com as eleições fraudadas pelos golpistas.

O início desse descrédito ocorreu quando impediram o principal candidato do povo de se candidatar, Luiz Inácio Lula da Silva, que na pesquisa aparecia com quase 60% dos votos válidos. Depois, a ofensiva da direita ficou ainda mais fácil. Centenas de candidatos foram impugnados, outros milhares não puderam fazer campanha política e assim se arrastaram as eleições do golpe, fazendo com que a população, que supostamente deveria participar da “festa da democracia”, ficou totalmente à parte do processo eleitoral.



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 No.2222[Responder]

Queima tudo e vende o que sobrar: golpistas criam “agência reguladora” para vender os museus do país

A politica do golpe de estado é a política de choque, ou seja, de venda de todo patrimônio público e cultural brasileiro, nem que para isso os golpistas tenham que se utilizar de uma tragédia para concretizar seus interesses. Menos de dez dias após uma dos maiores atentados contra a cultura nacional brasileira, o incêndio do Museu Nacional do Rio de Janeiro, o governo golpista já anuncia, por meio de uma medida provisória, a criação de uma nova agencia reguladora dos museus nacionais, vinculada diretamente com as empresas, a chamada iniciativa privada.

O governo golpista extinguiu o Instituto Brasileiro de Museus (IBRAN), vinculado diretamente ao Ministério da Cultura, ao Estado, para criar a ABRAM, Agência Brasileira de Museus, gerida pelas empresas privadas, a qual será responsável por administrar s museus nacionais. A Abram ficará responsável pela reconstrução do museus nacional, além da sua administração. Desse modo, a Universidade federal do Rio de Janeiro, a UFRJ, que antes era responsável pela administração do Museus, perderá espaço na gerencia da entidade. A proposta do governo é repassar o controle integral do Museu a Abram.

A ABRAM será organizada como um Sistema Social Autônomo, o Sistema S. A Agência contará com R$200 milhões repassados pelo Sebrae, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e pequenas empresas. Ligada diretamente ao empresariado, portanto, a Abram gerenciará os museus do país atendendo os interesses do capital privado, ou seja, o lucro, um passo decisivo para a privatização do setor.

É necessário denunciar mais esse ataque à cultura nacional promovido pelo golpe. Para os golpistas, tudo é um pretexto para impor a política de terra arrasada do neoliberalismo, mesmo que seja utilizando uma tragédia como a ocorrida no Museu nacional.



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 No.2221[Responder]

Eleições Brasileiras: De Susto, De Bala Ou Vício

por Dóris Castro e Ana Araújo, da redação.

Pouca gente imaginava que a manifestação das mulheres brasileiras no sábado passado fosse tão avassaladora. Meio milhão de pessoas (ou bem mais?) inundaram ruas e cidades de norte a sul do país. Nenhuma cidade importante ficou fora. Por algumas horas o Brasil ficou bonito. Alegre, colorido, inteligente.

Com seu incisivo #EleNao as mulheres balançaram a roseira da abjeta sociedade civil brasileira. Devolveram a política para as ruas. Tencionaram os limites do Estado democrático brasileiro. Os efeitos foram imediatos.

A crise voltou para as ruas. O #EleNao que contagiou a sociedade civil foi um contundente recado político jogado na cara da protoburguesia brasileira: não adianta ficar fazendo de conta que um novo presidente poderá restabelecer a governabilidade deste país irremediavelmente falido.

Depois de terem aparentado, dias antes, certo desprendimento de soluções políticas suicidas, como observado em nosso último boletim (http://criticadaeconomia.com.br/situacao-politica-brasileira/), as volúveis convicções da protoburguesia de Fernando Henrique et caterva sofreram um giro de 180 graus. Resolveram eleger o candidato que a revista The Economist definira ela mesma como a “a mais recente ameaça para a América Latina”.

Com ações incrivelmente articuladas, como uma verdadeira quartelada, a burguesia e proprietários fundiários em peso jogaram todas suas fichas de apoio ao #EleSim. E decidiram eleger a estranha criatura para comandar os destinos da nação.

Acionaram propaganda super concentrada para a criatura na grande mídia, agiram na descarada manipulação das pesquisas eleitorais Data Folha e Ibope, renovaram emergencialmente novos ataques da ditadura do Judiciário – Aldo Moro, Supremo Tribunal Federal, etc.

O espectro da rebeliãoA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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