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THE INFINITY CUP IS COMING BACK
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 No.2534[Responder]

Surpreendente queda da produtividade na maior economia do planeta

por José Martins, da redação

Um fato instigante aos bons economistas pode ser observado no relatório sobre Produtividade e Custos, 1º trimestre 2019, publicado nesta quinta-feira (06) pelo Departamento do Trabalho dos Estados Unidos.

Verifica-se que nas esferas improdutivas da economia – agrupadas no relatório nas rubricas Nonfarm business e Business – registra-se elevações tanto da produção (3.9%, em termos anuais) quanto da produtividade do trabalho (3.4%), paralelamente a uma forte queda do custo unitário do trabalho (-1.6%).

Entretanto, nas suas esferas produtivas de mais-valia – agrupadas nas rubricas manufaturas de duráveis e de não duráveis – ocorreu exatamente o contrário. Queda tanto da produção ( – 2.8% anualizado), quanto da produtividade do trabalho (- 2.8%), paralelamente a uma fortíssima elevação do custo unitário do trabalho (2.7%).

É muita discrepância para não ser levada em conta. Uma abissal assimetria entre as duas esferas. Enquanto as improdutivas aumentam o produto quase 4% ao ano, no mesmo período as esferas produtivas desabam quase 3%. Enquanto a produtividade sobe a incríveis 3.4% nas primeiras, desabam pesadamente quase 3% nas segundas.

Há um claro problema teórico por trás deste fenômeno. Nos cursos das faculdades de Economia de todo o mundo a maioria quase absoluta dos economistas do mercado não foram preparados para elucidar este problema.

Os economistas do BLS não devem ser incluídos nesta manada. Não atropelam a teoria. Corretamente, seu relatório não oferece nenhuma “média das duas esferas” (improdutivas ou produtivas).

São duas coisas que não se misturam. Impossível. Seria o mesmo que fazer uma esdruxula média entre produto bruto (PIB) de bens e utilidades em geral, com A postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2533[Responder]

Brasil: a guerra das culturas

(Correspondência Internacional) Philipp Lichterbeck, Alemanha.

Não existe mais muita coisa capaz de me chocar no Brasil – mas uma cena acabou conseguindo. Em Curitiba, apoiadores de Jair bostanazi arrancaram uma faixa com os dizeres Em Defesa da Educação da fachada da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Centenas de pessoas aplaudiram.

Ficou evidente que o Brasil vive uma guerra de culturas. As forças do obscurantismo estão atacando o iluminismo. Este mês, duas grandes manifestações levaram milhões de brasileiros às ruas. Elas não poderiam ter sido mais distintas.

Da primeira, participaram sobretudo pessoas jovens, que protestaram pela educação, há duas semanas. Eram negras e brancas e tudo o que há no meio. São o Brasil do futuro. E é por esse futuro que lutam. Porque, se há algo com que se pode solucionar quase todos os outros problemas do Brasil, é a educação.

Através dela, é possível conter as pragas da violência, da desigualdade, da destruição ambiental e da corrupção. Para fazer mudanças no Brasil, seria preciso começar por aí. Os verdadeiros patriotas, portanto, são os estudantes do ensino médio e universitários que vão às ruas contra os cortes do governo.

Também está claro o motivo pelo qual muitos brasileiros são contra a educação para todos. Esses participaram da outra manifestação, que aconteceu no último domingo (26/05), com o intento de apoiar o presidente bostanazi, cujo governo está ameaçado de acabar em fiasco. Mas os fãs dele só veem o que querem ver. Em vez de um homem medíocre, misantropo, intelectualmente e moralmente fraco, eles reconhecem um “mito”. Nos atos, houve até quem dissesse que bostanazi foi enviado por Deus. Que Deus cruel.

O ideal do movimento bolsonarista é um país no qual os papéis sociais (e sexuais) são claramente distribuídos. É um país onde há uma nítida definição de quem fica em cima e de quem fica embaixo. São os próprios apoiadores brancos de bostanazi que tiram proveito dessa desigualdade. Primeiro, por meio dA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2531[Responder]

Depois Do 15 De Maio

por Fernando Grossman e José Martins, da redação.

Em uma semana plena de coisas boas – o povo de novo lotando e protestando contra o governo capitalista nas ruas e avenidas de mais de 220 grandes cidades brasileiras – muito longe dali uma cena inacreditável mostrava bem a atual situação de apodrecimento da política no maior país da América do Sul.

No exato momento em que milhões de pessoas protestavam contra o obscurantismo de uma burguesia que pretende destruir sumariamente, dentre tantas outras coisas importantes, as Universidades públicas e o que ainda resta de pesquisa científica no país, na cidade estadunidense de Dallas, Texas, Jair Messias bostanazi, digníssimo presidente da Republica do Brasil, prestava solene continência à bandeira dos Estados Unidos.

Pouco antes ele já tinha declarado que “desde criancinha eu amo este país”. Não se tem notícia de que algum outro presidente estrangeiro tenha feito isso em suas visitas aos EUA, que se tenha mostrado tão lambe-botas do imperialismo. Tinha que ser um brasileiro.

O pior é que nada disso é fruto do acaso, de uma trapalhada a mais de um presidente pequeno-burguês que se diferencia dos anteriores apenas pela sua indisfarçável boçalidade. A política, sem dúvida, é a mesma de sempre. Liberalismo e populismo em diversas combinações. Só muda a embalagem.

Há de fato muito mais causalidade do que casualidade na continência de bostanazi à bandeira estadunidense.

Primo, mostra que as classes dominantes brasileiras nunca caíram tão baixo como agora em sua longa história de submissão ao imperialismo estadunidense.

Secondo, e não menos importante, essas manifestações texanas da índole submissa das classes dominantes brasileiras tem tudo a ver com o agravamento da sua ingovernabilidade política interna, neste início de 2019. A descarada prostituição geopolítica externa é mera consequência da podridão política interna.

A postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.
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 No.2527[Responder]

Guerras comerciais no ocaso da globalização

por Fernando Grossman e José Martins, da redação

A guerra comercial entre EUA e China se intensifica perigosamente. Nesta segunda-feira (13) se aproximou de um inacreditável ponto de não retorno. O mais provável é que Washington ainda evite este ponto. Se houver lucidez, uma coisa que nesta semana ficou menos evidente.

Caso contrário, se a coisa for até a definitiva ruptura das negociações entre as duas economias siamesas da economia global o comércio internacional e o mercado mundial entrariam em inédito colapso planetário.

As ações em Wall Street caíram pesadamente durante o dia, depois que a China decidiu retaliar às mais recentes medidas protecionistas dos EUA sobre produtos chineses, elevando em contrapartida as tarifas de produtos importados dos EUA.

A China comunicou ao mundo que aumentará as tarifas de mercadorias importadas dos EUA, no valor de US $ 60 bilhões, a partir de 1º de junho. É praticamente a metade do que ela importa do seu principal parceiro comercial. Não é muita coisa, comparado com o que ela exporta. Veja evolução de longo prazo deste comércio bilateral no gráfico abaixo.

 No.2528

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Desequilíbrio e dependência chinesa total ao comércio com os EUA. De um ponto de vista puramente comercial, a economia chinesa sofreria um golpe fulminante com o anunciado bloqueio de suas exportações para seu estratégico escoadouro de demanda.

Em 2018 as exportações chinesas para os EUA somavam US$ 539.5 bilhões e as importações US$ 120.3 bilhões, resultando em um superávit de US$ 419.2 bilhões.

Note-se que as importações chinesas de mercadorias estadunidenses, além de muito baixas, relativamente, estão praticamente estagnadas desde 2015, enquanto as exportações aceleraram fortemente no mesmo período.

Isso reflete outra realidade importante: enquanto a China estagnava a produção industrial, estagnando sincronicamente sua demanda externa, os EUA continuaram elevando a produção e a demanda por importações da China.

Entretanto, no quadro das negociações e guerra comercial atual as importações chinesas incluem itens altamente estratégicos para o governo estadunidense. Produtos agrícolas, por exemplo. Os chineses usarão esta arma contra os EUA.

Os mais importantes itens listados na retaliação chinesa ​​incluem uma ampla gama de produtos agrícolas como soja, milho, carne suína, etc. Isso atinge de frente o lucro dos fazendeiros do Meio Oeste estadunidense.

Não se trata apenas da “base eleitoral de Trump” que estaria sendo ameaçada pela ausência da demanda chinesa, como descrevem as análises mais superficiais do problema.

Trata-se de um problema de Estado. Mexer com a base territorial do Estado mais poderoso do mundo (militar e econômico) seria inaceitável pelo governo de Washington.

A China afirmou em seu comunicado oficial que as ações protecionistas dos EUA prejudicam os interesses dos dois países e não atendem às “expectativas gerais da comunidade internacional”.

Se esta vaga e mistificadora expressão “comunidade internacional” for o que se entende corretamente como interesses capitalistas globA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.




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 No.2523[Responder]

Produção industrial: um corpo que cai

Redação 03/05/2019 Brasil, Diário do Capital

por Jorge Arnaldo e José Martins, da redação

Boas notícias nesta ensolarada manhã de sexta-feira (03). A tendência de queda da economia brasileira continua mais firme do que nunca.

Um corpo que cai. Os donos da propriedade privada capitalista e seus eunucos economistas não são capazes de reverter esse processo.

Ao contrário. Tudo que eles estão fazendo na política econômica e nas decisões econômicas em geral só reforça o cenário mais provável de uma economia marcada para morrer.

Irreversivelmente. A realidade econômica dá uma surra política nas parasitárias classes dominantes e imperialistas do país. Aqui começa o verdadeiro e decisivo jogo da luta de classes. Por pura necessidade.

Vamos aos fatos do mundo real. Com a queda de 1,3% em março, a indústria nacional levou um tombo de 2,2% no primeiro trimestre/2019, com perdas em três das quatro grandes categorias econômicas e em 16 de 26 atividades investigadas.

A metástase se propaga velozmente. É o que informa a Pesquisa Industrial Mensal (https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/24295-producao-industrial-cai-1-3-em-marco), divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. Abaixo o resumo geral da pesquisa.

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 No.2525

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Esta média móvel trimestral, que melhor antecipa a evolução da indústria e, portanto, da economia como um todo, para os próximos trimestres, mantém a trajetória predominantemente descendente iniciada em agosto de 2018.

“É como se a gente estivesse em janeiro de 2009”, resumiu o gerente da pesquisa do IBGE.

Lembrando que em janeiro de 2009 a última crise periódica global de superprodução do capital atingia seu ponto mais baixo em todas as grandes economias do mundo.

O Brasil já retornou àquela pior situação da crise global, mesmo que o restante da economia mundial ainda continue na fase de recuperação e crescimento do ciclo.

Ou seja, a economia brasileira vai sofrer proximamente o maior choque global do pós-guerra no seu ponto mais baixo do último período de crise. Vai sobrar alguém para contar a história?

Confirma-se nos fatos reais a precisão teórica da economia crítica da classe trabalhadora. Os parasitas do sistema e seus economistas estão falando cada vez mais fino. Perderam seu discurso. Ficar falando só de reforma da Previdência não cola mais. O papo da herança maldita do PT tampouco. Tem cada vez mais gente desempregada.

Eles podem esconder e manipular tudo, menos isso: a produção industrial caiu bonito no primeiro trimestre de 2019. E o desemprego aumentou e piorou de qualidade. E é aqui que eles caem do cavalo.

A opinião pública – incluindo os evangélicos seguidores da pastora Damares “Goiabeira” Alves – já começa a exigir que a equipe econômica faça alguma coisa. O desemprego fala mais alto que Jesus!

Os estelionatários da “reforma da previdência” prometem um pacote econômico para as próximas semanas. Já conhecemos essa história.

Consequência política imediata. Se essa tendência de queda não for estancada imediatamente, o desemprego da força de trabalho continuará aumentando e as turbulências políticas ficarão insuportáveis para a continuidade do simpático governo burguês de plantãoA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.




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 No.2520[Responder]

EUA: surpreendente queda da produção industrial nos primeiros três meses do ano

por José Martins, da redação.

Aterrissando no núcleo duro da regulação econômica planetária. Primeira e alvissareira observação: até que enfim a poderosa máquina industrial estadunidense deu o primeiro sinal de fraqueza. Com pompa e circunstância.

Ventos muito favoráveis para o desenlace do longevo e resistente ciclo econômico atual. Há mais de três anos, pelo menos, não ocorria uma perda de altitude tão abrupta como a ocorrida na economia reguladora do sistema neste 1º trimestre de 2019.

Não foi pouca coisa. É o que se verifica na leitura atenta do relatório Industrial Production and Capacity Utlization (G17) do Federal Reserve Bank (Fed), banco central dos EUA, publicado nesta terça-feira (16) (https://www.federalreserve.gov/releases/g17/current/).

Depois de crescer ao ritmo indecente de antigas taxas anuais chinesas nos dois últimos trimestres do ano passado – de 5.8% no 3º trimestre e 5.1% no 4º trimestre/2018 – a maior produção industrial do planeta (quase quatro e meio trilhões de dólares anuais) registrou surpreendente taxa anual negativa de 0.9% no 1º trimestre/2019.

Sobre o mesmo mês de março do ano passado, o crescimento da produção em valor agregado (MVA) recuou para a pequena taxa de expansão 2.4%. Aconteceu pelo súbito desabamento dos principais ramos da produção industrial: automóveis e máquinas.

 No.2521

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Os melhores indicadores do relógio do ciclo são esses ramos produtores de veículos e autopeças, como ilustrado na curva acima, junto com os ramos produtores de máquinas e equipamentos.

Envolvem, em termos de esferas de circulação do capital, tanto os bens de consumo duráveis individuais (Departamento 2 da economia) quanto os de consumo capitalista e estatal (Departamento 1).

Vejam e reflitam sobre esses incríveis números abaixo. Lembre-se que trata-se aqui de taxas anualizadas, o que torna mais visíveis as perspectivas para os próximos trimestres do ano.

Veículos motores e autopeças: depois de expandir a taxas anuais de 9.2% e 7.9%, respectivamente no 3º e 4º trimestres de 2018, desabou literalmente 12.8% no 1º trimestre de 2019. É muita coisa!

Máquinas e equipamentos: depois de expandir a taxas anuais de 11.1% e 8.7% no 3º e 4º trimestres de 2018, desabou não menos fantásticos 4.3% no 1º trimestre de 2019. Também não é para ser desprezado por quem analisa criteriosamente a evolução da economia real.

Os ramos acima são, repita-se, os “mais cíclicos” da economia real. Tem a ver com a sua composição orgânica do capital superior aos demais. Já estudamos detalhadamente esse assunto em inúmeros boletins nos últimos trinta e dois anos.

Portanto, eles mostram melhor que os demais ramos da esfera industrial a tendência expansiva ou, ao contrário, de maneira incrivelmente rápida, os pontos de reversão e queda (entrada no período de crise) do ciclo de negócios.

Os dados de expansão e queda destes estratégicos ramos de produção de automóveis e máquinas são, portanto, altamente qualitativos para a análise das ondulações do nível de atividade e correspondentes ciclos periódicos de superprodução de capital. Antecipam os movimentos da totalidade da produção.

Na estrita conjuntura atual, entra-se agora efetivamente, com base em dados incontestáveis, na contagem regressiva do ciclo. O cenário mais provA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.




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 No.2517[Responder]

Novas projeções dos economistas: o “pibinho 1.0”

por Fernando Grossman e José Martins, da redação.

O jornal Valor Econômico publicou nesta terça-feira (09) um artigo com interessante título: “Analistas já temem PIB próximo de 1%”. Estão jogando a toalha. Já confessam publicamente que, com ou sem suas famigeradas “reformas”, os capitalistas não são mais capazes de fazer a economia funcionar.

Resumo geral da situação. Em queda livre há seis semanas no boletim Focus, do Banco Central, com a mediana das previsões para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 1,97%, os principais economistas do mercado financeiro já temem que o avanço da economia brasileira este ano fique mais próximo de 1% que de 2%.

Um provável pibinho 1.0 neste ano repetindo o marasmo de 2017 e 2018. A economia não sai do lugar. Agora são os economistas dos capitalistas e consultorias dos banqueiros que estão dizendo.

Ao fim de março, a média de 19 estimativas de consultorias e instituições financeiras colhidas pelo Valor Data apontava para um PIB de 0,3% no primeiro trimestre, com intervalo de -0,2% a 0,6%.

Desde então, a maioria revisa para baixo sua projeção. Caso dos economistas do Bradesco, que começou o ano prevendo um PIB de 0,7% no primeiro trimestre, em janeiro reduziu para 0,3%, ao fim de março para estabilidade e agora vê ligeira queda de 0,1%.

Nada mais do que a aceitação de uma tendência de queda livre das previsões anteriores. E da economia real, por supuesto.

O cenário para mais um ano de pibinho 1.0 – mesmo desconsiderando, sem muito realismo, qualquer explosão cíclica global até dezembro 2019 – torna-se o mais provável à medida que são publicados os dados reais da economia.

As vendas no varejo, por exemplo, ficaram estagnadas em fevereiro, registrando 0% na comparação com o volume de mercadorias comercializadas em janeiro, segundo a Pesquisa Mensal de ComérciA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.

 No.2518

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O mais importante desta evolução da conjuntura é que a média móvel trimestral do volume de serviços não variou (0,0%) no trimestre encerrado em fevereiro de 2019, após apresentar duas taxas positivas seguidas em dezembro de 2018 (0,3%) e janeiro de 2019 (0,1%).

A retração mais relevante veio do setor de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-1,3%), que permaneceu assinalando taxas negativas desde novembro último. Os serviços prestados às famílias, ao registrarem ligeira variação negativa em fevereiro (-0,1%), devolveram parte do que havia subido em janeiro (0,4%).

Por que estes dados do comércio interno e dos setor de serviços são muito importantes? Simplesmente porque eles representam em conjunto o emprego da metade da população trabalhadora no país.

Considerando os assalariados da Administração Pública, estes dois setores representam 70% do emprego no país.

São empregos improdutivos de valor e de mais-valia, mas têm uma decisiva importância estratégica na expansão do emprego e desemprego até nos mais ermos cantos do território nacional.

Por seu lado, os setores produtivos de valor e mais-valia – indústria de manufaturas, minas, energia, construção civil, transporte de carga, etc. – são mais importantes para antecipar a evolução da economia como um todo, incluindo a daqueles setores improdutivos do comércio, serviços e governo.

É por isso que, segundo a equipe de economistas do Bradesco, a revisão do PIB para baixo foi feita após a decepcionante alta de 0,7% da Produção Industrial em fevereiro. E também diante dos dados já conhecidos de março que sugerem que o fraco desempenho da atividade não é algo apenas pontual. Correto.

Como na opinião deles poderia haver uma reversão desta queda livre? Na visão do chefe dos economistas do Bradesco, falta um “vetor autônomo de demanda agregada” que lidere a retomada da economia.

Corretíssimo. Ele mesmo enumera alguns destes “vetores autônomos de demanda” que se caracterizam A postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.




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 No.2513[Responder]

Alemanha: novo elo fraco da economia mundial?

por Fábio Magalhães e José Martins, da redação.

Antes de aterrissar na poderosa máquina industrial dos Estados Unidos, uma parada inesperada, de urgência, em Berlim, no coração da economia e da geopolítica europeia.

O motivo é muito sério: uma brusca e contínua queda da produção industrial da segunda economia do mundo aprofunda o sinal de alerta para a área do euro. Segunda economia do mundo em qualidade, lembrando ao renitente pensamento econômico vulgar.

O problema é que este alerta se espalha para além da área do euro. Cria a sinistra imagem que a Alemanha – e por extensão a totalidade da Europa – pode ser o novo elo fraco da economia mundial.

A derrocada produtiva da Alemanha e de outras grandes economias dominantes desta área, como França e Itália, abre um inesperado quadro de crise para a totalidade do sistema capitalista.

A previsão de crescimento da zona do euro é de menos de 1% para este ano. O mesmo que economias periféricas estropiadas como Brasil, Argentina, etc.

Esta previsão deve-se ao fato que a produção industrial nas 19 nações da área do euro está caindo no ritmo mais rápido desde a última crise periódica de 2008/2009. Veja no gráfico abaixo.

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 No.2516

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Uma leitura abaixo de 50 indica retração. De acordo com o relatório da Markit, a indústria francesa também encolheu mais que o esperado – o PMI foi revisado para 49,7. A derrocada alemã é mais profunda.

Os economistas da Markit avaliam que “com a indústria nas duas maiores economias da zona do euro perdendo força, as perspectivas para a região de 19 nações são sombrias”.

O rendimento dos bônus alemães a 10 anos, um indexador para os demais bônus europeus, está sendo negociado abaixo de zero por cento pela primeira vez desde 2016.

Os capitalistas preferem perder algum capital no porto seguro do Deutsche Bundesbank do que perder tudo em novos investimentos industriais e mesmo em títulos financeiros privados. Movimento estéril de simples proteção da propriedade privada. A crise na espreita.

Os burocratas do Banco Central Europeu estão discutindo novas medidas que manteriam sua política monetária e de crédito de ultra relaxamento por mais tempo e até mesmo afrouxá-la ainda mais adiante.

Na Alemanha, o economista da IHS Markit, Phil Smith, relata que, em contraste com o forte mercado de trabalho do país, os fabricantes cortaram empregos pela primeira vez em três anos, com várias empresas indicando que alguns contratos temporários não estavam sendo renovados.

Seria a Alemanha, novo elo fraco da economia mundial? Essa pergunta será respondida nos próximos trimestres. Se confirmado esse cenário, estaria também sendo inaugurado mais um período de destruição criativa de guerras e revoluções na rica Europa ocidental. Coisa que não se via há muitas gerações.




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 No.2510[Responder]

Alemanha, Japão e China desaceleram perigosamente

por José Martins, da redação

O diagnóstico da Organização para o Comércio e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) para a economia mundial é sombrio.

Em seu mais recente relatório sobre as perspectivas globais a veneranda organização imperialista informa: a expansão global continua a perder força.

Mais rapidamente do que o previsto há alguns meses.

Prevê também que o crescimento global diminua ainda mais: de 3,6% em 2018 para 3,3% em 2019 e de 3,4% em 2020.

O crescimento foi revisado para baixo em quase todas as economias do G20. Mais marcadamente na área do euro em 2019 e 2020, impulsionado por fraqueza na Alemanha e na Itália, mas também no Japão, Inglaterra, Canadá, China, Turquia, etc.

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 No.2512

File: a2f4864d81dcb1c⋯.jpg (76,6 KB, 771x435, 257:145, OECD-cresimento-glonbal-de….jpg)

No gráfico de colunas à esquerda destaca-se a forte desaceleração do produto mundial depois de atingir seu pico em 2017.

Mais notável ainda, como é ilustrado pelo gráfico a direita, como essa desaceleração global pós 2017 foi acompanhada por uma brusca dispersão do crescimento da eurozona (linha azul no gráfico) frente ao dos EUA (linha vermelha).

Esse fenômeno age como uma variável de elevadíssima força para se considerar que um choque global está mais do que maduro para explodir nos próximos trimestres de 2019. Alemanha e restantes economias europeias candidatam-se ao primeiro lugar da fila

Todas as economias do mercado mundial, em maior ou menor grau, foram internadas na UTI, respirando por aparelho.

Todas grandes economias mundiais dependendo unicamente do que se passa na economia dos EUA, a única que ainda ostenta clara expansão da produção, do produto e dos lucros industriais.

Isso é inédito na história econômica do pós-guerra.

É a primeira vez, nos últimos setenta anos, que acontece esse claríssimo descolamento (para baixo) da totalidade da economia mundial frente à economia de ponta do sistema.

Até agora, as três grandes economias dominantes (EUA, Alemanha e Japão) mantinham-se disciplinadamente sincronizadas na evolução dos sucessivos ciclos periódicos de superprodução.

As economias dominadas da periferia é que desabavam e sofriam os maiores impactos e consequências das crises.

As crises apareciam com mais gravidade nos elos fracos do sistema, que não dispõem dos mecanismos anticíclicos das dominantes.

Os mecanismos anticíclicos ainda funcionavam no centro do sistema. Assim, todas as crises econômicas globais do período pós-guerra foram crises parciais exatamente pelo fato que a crise geral (catastrófica) nunca alcançava o coração do sistema.

As crises catastróficA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.




File: 2529d9c6e2eb0c2⋯.jpg (77,94 KB, 538x499, 538:499, money-20.jpg)

 No.2507[Responder]

Economia brasileira na antessala da câmara fria da depressão

por Fernando Grossman e José Martins, da redação.

A visita do presidente da República do Brasil e destrambelhada comitiva aos Estados Unidos, nesta semana, coincide com a divulgação de novos indicadores de agravamento da situação econômica do país para os próximos doze meses.

O nível de atividade da economia brasileira começou o ano de 2019 com retração, segundo informações divulgadas pelo Banco Central nesta segunda-feira (18). Em janeiro, o chamado Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br), considerado uma “prévia” do resultado do PIB, registrou um recuo de 0,41%, na comparação com dezembro de 2018.

A economia deslizando para um crescimento anual de 1%. Isso é grave, pois a partir de janeiro começou a imbicar para baixo. A luz amarela piscando no painel da pesada aeronave. O piloto volta os olhos para a evolução do IBC-BR acumulado em doze meses, como no gráfico abaixo preparado pela nossa redação.

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 No.2509

File: 70f62c9694b2849⋯.jpg (24,54 KB, 709x423, 709:423, image004.jpg)

Os dados originais são do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Curva elaborada pela redação da Crítica da Economia.

É impressionante essa evolução do investimento agregado na economia brasileira desde Janeiro de 2014. Acumulou queda de 31,6% até Janeiro de 2017. Em janeiro de 2019 acumulava queda de 26,2%. Quase 30% de queda depois de cinco anos! Só se mantém parada neste baixo patamar (não vai para a frente nem para trás) porque a economia global ainda se encontra no período de expansão cíclica.

É devido a essa estagnação dos investimentos que a utilização da capacidade instalada também não anda. Essa ociosidade ou “desemprego do capital” é a contraface do enorme desemprego da força de trabalho. Que governo consegue se manter de pé nesta situação?

Essa crônica inviabilidade de valorização dos investimentos capitalistas em capital fixo é a melhor ilustração da antessala – da sala antes da entrada da câmara fria da depressão que se anuncia na maior economia da América do Sul para os próximos doze meses.

Essa previsão é diametralmente oposta ao discurso do governo e economistas do sistema. Para eles, agora comandados pelo seu novo guru Paulo “Chicago” Guedes, o Brasil agora vai dar certo! A economia e o emprego voltarão a crescer a taxas normais. Como? Destruindo a Previdência, ampliando a reforma trabalhista, privatizando tudo que tiver pela frente, escancarando o mercado interno e financeiro para todos os abutres “investidores externos” do mundo, mandando a China e os árabes para o inferno, etc.

Jair Messias Boçalnaro resumiu muito bem esse projeto da burguesia brasileira e imperialista para o Brasil em seu discurso (certamente escrito por algum funcionário do Departamento de Estado) em um banquete com investidores estadunidenses (https://www.valor.com.br/brasil/6165311/nos-temos-e-que-desconstruir-muita-coisa-diz-bostanazi-durante-jantar) em Washington, nesta semana:

“ O Brasil não é um teA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.

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 No.2504[Responder]

Indústria brasileira: a galinha atropelada

José Martins, da redação.

Brasil urgente: produção industrial cai 0,8% e começa 2019 em ritmo abaixo do início do ano passado Quem informa é o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em seu mais recente relatório sobre a produção industrial brasileira no mês de Janeiro 2019.

A produção industrial brasileira caiu 0,8% no primeiro mês do ano, com queda em 18 das 26 atividades pesquisadas, de acordo com a série com ajuste sazonal da Pesquisa Industrial Mensal (https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/23962-em-janeiro-producao-industrial-cai-0-8) divulgada hoje pelo IBGE. Já na comparação com o desempenho de janeiro de 2018, na série sem ajuste sazonal, a queda foi de 2,6%.

Apesar disso, a indústria ainda acumula alta residual de 0,5% nos últimos 12 meses. Deve ser seu último resíduo positivo com algum sinal de crescimento. Segundo o gerente da pesquisa do IBGE, André Macedo, o perfil do resultado negativo é bem disseminado em toda a indústria. “É uma produção industrial em ritmo abaixo da que encerrou 2018. No acumulado dos últimos 12 meses, ainda estamos no positivo, mas ele vem reduzindo a intensidade dessa expansão. Em julho de 2018, esse crescimento era de 3,4%. Ou seja, até nesse indicador, que está no campo positivo, vemos uma redução da intensidade do crescimento”.

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 No.2506

Em boletim de quase um ano atrás (http://criticadaeconomia.com.br/a-galinha-esta-voando-baixo/) – com o preocupante título “A galinha está voando baixo” – a redação da Crítica da Economia continuava observando o renitente enfraquecimento da produção industrial brasileira. Era início de Maio 2018, uma semana antes da famosa greve dos caminhoneiros. A indústria já estava estagnada antes desta última acontecer, ao contrário do que afirmam os comentaristas do sistema.

Naquele momento, observava-se que o enfraquecimento poderia ser ainda mais profundo se a indústria não tivesse repetido um excepcional desempenho exportador no primeiro trimestre do ano. Leia-se exportação de automóveis montados para a Argentina e alguns outros países da América do Sul. Como se conseguiu essa proeza? Sem muito esforço. Seria exigir demais algum esforço da preguiçosa protoburguesia brasileira.

Tratou-se apenas de decisão estratégica das montadoras globais para não paralisar completamente a produção de suas fábricas no Brasil. Decisão política para segurar a governabilidade burguesa no Brasil.

Assim, a quantidade de manufaturados exportados aumentou 16,5% contra mero 1,9% no último trimestre de 2017. Mas, observava-se então que“esse desempenho altamente artificial pode desaparecer abruptamente se nossos hermanos portenhos se envolverem em paralisantes turbulências do mercado. Como, por exemplo, sucumbirem à crise cambial e financeira aberta nesta semana na praça de Buenos Aires”.

Concluía-se o boletim com a afirmação de que “um novo voo da galinha seria o cenário mais favorável (possível) para os capitalistas. Entretanto, no caso de um desabamento dos seus vizinhos importadores de automóveis e outros produtos industrializados, que poderia coincidir com um soluço mais forte da incerta recuperação da produção global, a galinha brasileira será cruelmente atropelada”.

Voltando para as altamente incertas e imprevisíveis turbulências deste primeiro trimestre de 2019. A economia mundial, ainda com a notável exceção da economia dos EUA, regulaA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.




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 No.2503[Responder]

"Nem sei quem é..."

“Não me lembro desse cara”, diz bostanazi sobre vizinho fotografado com ele e suspeito de assassinar Marielle

Da redação – Nesta quarta-feira (13), o golpista Jair bostanazi afirmou não se lembrar de Ronnie Lessa, seu vizinho em um condomínio da Barra da Tijuca preso na terça-feira sob suspeito de ter disparado os tiros que mataram a vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes. O delegado que investiga o caso, Giniton Lages, confirmou que o filho mais novo de bostanazi, Jair Renan, teria namorado uma filha de Ronnie Lessa. Os vizinhos, que moram próximos um do outro em um condomínio fechado de 150 casas, também aparecem juntos em pelo menos uma fotografia.

Jair bostanazi declarou “não lembro dessa cara. Meu condomínio tem 150 casas”. E disse ainda, “o que eu tenho a ver com ele? Não tem vida social no meu condomínio”. O delegado que investiga o assassinato de Marielle será tirado do caso pelo governador do RJ, Wilson Witzel, que convidou Giniton Lages para fazer um intercâmbio na Itália.



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 No.2502[Responder]

10 coincidências que envolvem bostanazi e os presos suspeitos de terem matado Marielle

A cada dia nota-se a relação do presidente ilegítimo, Jair bostanazi, com os avanços de setores estimulados pela extrema-direita no país, como os suspeitos da morte da vereadora do Psol, Marielle Franco. Nos últimos dias, as notícias demonstram as “coincidências” com o presidente golpista e demais membros da família bostanazi. São tantas que é possível elencá-las:

1. bostanazi sempre foi uma figura política da extrema-direita. Já em 2003, defendia a existência de grupos de extermínio na Bahia, na época afirmou serem úteis na falta da pena de morte no País e portanto seriam eficazes e que tinham seu total apoio. O mesmo assegurou a informalidade dos esquadrões da morte, mas deu os parabéns e se dispôs a expandir a prática em seu estado de origem, o Rio de Janeiro.

2. Em 2007, Flávio bostanazi, deputado estadual do Rio de Janeiro, alinhado à política do pai, já fazia declarações abertas que atacavam o povo, naquele ano afirmou que as milícias deviam ser legalizadas.

3. Logo em seguida, Flávio bostanazi foi o único a votar contra a CPI das milícias e portanto corroborando com sua tese anterior de legalização, o histórico da família com os grupos é antigo.

4. Foi nomeado pelo governo bolsonarista, o membro do esquadrão da morte “Scuderie Le Cocq”, Carlos Humberto Manatto, para o cargo de Secretário Especial da Câmara dos Deputados. Somente no estado onde residia o ex-deputado (Espírito Santo) foram cerca de 1.500 pessoas mortas pelo esquadrão da morte.

5. Flávio bostanazi empregou em seu gabinete mãe e mulher de um chefe de milícia. Posteriormente, foi revelado que a tesoureira de seu partido (PSL), Valdenice de Oliveira Meliga, é irmã de dois milicianos que foram presos por operação da Policia Federal.

6. Durante a campanha eleitoral, candidatos do PSL, partido de bostanazi, quebraram placa em homenagem a Marielle Franco, assassinada há um ano atrás no Rio. A placa fora quebrada sob discurso fascisA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.



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 No.2501[Responder]

Foi só chegar perto do bostanazi...

Caso Marielle: Witzel afasta delegado responsável pela investigação e o envia para a Itália

Da redação – Quando a Polícia Civil finalmente prende os prováveis responsáveis pela morte de Marielle Franco, nesta terça-feira (12), após um ano de investigações, o que vemos é uma série de indícios que apontam para o possível envolvimento da família bostanazi com a morte da vereadora.

Para aumentar os questionamentos sobre a isonomia do caso, o delegado responsável pelas investigações que culminaram na prisão dos acusados acaba de ser afastado da função de delegado (e automaticamente do caso Marielle) pelo governador bolsonarista do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC). Isso aconteceu após o delegado Giniton Lages publicizar os fatos da morte de Marielle que apontam para uma provável relação de proximidade com bostanazi, como, por exemplo o fato de o assassino, Ronnie Lessa, morar no mesmo condomínio que Jair bostanazi, e de sua filha ter namorado um dos filhos do presidente fascista .

Segundo Witzel, o delegado “está esgotado” e, portanto, foi “convidado” pelo Governador para ser afastado da função e ir para a Itália em razão de um intercâmbio com a Polícia Italiana. Porém, estranha-se, entre tantos acontecimentos, a quantidade de fatos que já se relacionam. A posição bolsonarista de Witzel, o cansaço do delegado Lages (anunciado pelo Governador e não por ele próprio) após uma operação tão importante e o envolvimento da família bostanazi com os milicianos e os assassinos de Marielle, embora ainda a investigação ainda não esteja concluída, podem não ser meras coincidências.



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 No.2500[Responder]

Os bandidos mirins que atiraram em gente inocente de graça eram, vejam só, dois nazinguinhas de merda. Aposto que frequentavam o 55câncer e o fórum do batoré também.

Massacre de Suzano: nazinguismo era inspiração de atiradores, diz portal

Da redação – Os dois jovens responsáveis pelo assassinato de oito pessoas na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), na manhã de hoje (13), tinham simpatias pelo nazinguismo e acreditavam que “bandido bom é bandido morto”.

Esse é o relato de estudantes ouvidos pelo portal Jornalista Livres. Além disso, diz o jornal, Guilherme Monteiro (17 anos) e Luiz Henrique (25) defendiam a pena de morte.

Os dois teriam cometido suicídio logo após o massacre, segundo a versão das autoridades policiais.



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