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repórtein u cansêr!!!11onzi

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 No.2457

Acho que de 2050 a humanidade não passa. Até lá o mundo já irá ter sido destruído pelo capitalismo e por bandidos, criminosos, escória da humanidade como FHC, Schvartsman (oy vey!) e Bostanazi.

Brumadinho é obra da privatização criminosa da Vale

Vinte e dois anos após a sua privatização, a Vale do Rio Doce, atual Vale, é a expressão maior do conteúdo que está por trás das privatizações no Brasil impostas pelo neoliberalismo nos anos de governo FHC e que agora se reapresenta com o golpe de Estado em “nova” versão pelas mãos do fascista Jair bostanazi.

Em 1997 o governo neoliberal de FHC promoveu a entrega de uma das maiores empresas brasileiras em uma das operações mais criminosas até então ocorridas contra o patrimônio do povo brasileiro.

A Vale do Rio Doce foi entregue por R$ 3,3 bilhões em valores da época. Informações daquele período dão conta de que apenas em reservas minerais estimadas a empresa tinha mais de R$ 3 trilhões, ou seja, mil vezes mais do que o valor de sua venda.

Tais dados foram ocultados e apenas, recentemente comprovam que as reservas minerais da Vale superam a casa do trilhão, isso sem contar o fato de que, se considerarmos apenas o boom da venda do minério de ferro no mercado mundial, principalmente para a China, que não por coincidência vai ocorrer a partir da privatização, o lucro “oficial” obtido com essa commodity nos anos seguintes alcançou marcas que evidenciam a falcatrua que foi sua “doação” para os tubarões capitalistas. Já em 1997, seu lucro alcançou 325 milhões de dólares e chegou a 1,5 bilhão, em 2003. O “investimento” feito pelos capitalistas, à época, com financiamento do BNDES sob o comando do PSDB, já se pagou várias vezes em um curto período de tempo.

Foi justamente essa empresa trilionária que acaba de promover o maior assassinato em massa de trabalhadores na história do país. São 65 corpos já encontrados e outras 288 pessoas desaparecidas.

Grandes capitalistas mundiais encheram os cofres de dinheiro e agora jogam o lixo do banquete que fizeram em cima do povo. Essa é a “economia de mercado” apreagoada pelos que defendem a privatização.

O rompimento da barragem de lama em Brumadinho não foi um acontecimento fortuito, foi um crime. O rompimento da barragem em Mariana há três anos já havia denunciado o pouco caso da empresa com a segurança dos seus trabalhadores, com a população e com o meio ambiente.

A canalhice da grande imprensa é a de transformar os acontecimentos em uma grande tragédia. Procura criar os heróis, estimular os atos de fé da população atingida, a prisão desse ou daquele indivíduo que seria o responsável por licenciar as barragens, anunciar supostas sanções financeiras financeiras contra a empresa (que não se concretizarão), tudo com intuito de fazer com que o tempo amenize os fatos e que caiam no esquecimento e que os verdadeiros culpados por esse crime hediondo saiam ilesos ou com multas rebaixadas (que nunca serão pagas) sempre de acordo com os interesses do capital.

A política dos grandes capitalistas nacionais e internacionais para o País é a política de transformar tudo em lama, como já anunciou o atual presidente golpista, que pretende flexibilizar mais ainda as leis ambientais para atender as aves de rapina do capital. Brumadinho é, nesse caso, um símbolo dos “novos” tempos anunciado pelo capitão golpista.

Em que serviu à população a privatização da Vale do Rio Doce? O dinheiro arrecadado em nada amenizou as contas públicas, até porque foi transferido para os banqueiros. Onde foi parar o lucro de bilhões da empresa privatizada? Com certeza não foi na manutenção da sua infraestrutura e muito menos nas garantias da segurança dos trabalhadores e da população das cidades.

O movimento operário e popular, os sindicatos, a CUT e os partidos que se reivindicam de esquerda devem iniciar uma imediata campanha pela reestatização da Vale sob o controle dos trabalhadores. A privatização se mostrou um absoluto desastre.

A única maneira de minimamente remediar os gravíssimos problemas causados ao meio ambiente, dar uma verdadeira assistência às famílias da vítimas e transformar a Vale em um instrumento de desenvolvimento nacional é retirar das mãos dos sangue-sugas da nação essa que é uma empresa do povo brasileiro, por meio da expropriação da empresa e da sua reestatização sob o controle dos trabalhadores.

Última edição em

 No.2460

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E enquanto isso...

bostanazi usa crime ambiental para fazer propaganda de Israel, diz pesquisador

Fernando Frazão/Agência Brasil

Para o professor de Relações Internacionais no Centro Universitário Fundação Santo André, Marcelo Buzetto, diante de um dos crimes ambientais mais graves da história do país, com mais de 80 mortos confirmados e centenas de desaparecidos no município de Brumadinho (MG), o governo bostanazi aproveita a situação para fazer propaganda de Israel e estreitar os laços diplomáticos com um país historicamente envolvido em violações de direitos humanos contra o povo palestino; "o governo bostanazi tenta usar politicamente essa tragédia e, de maneira oportunista, tenta projetar positivamente Israel"

Juca Guimarães (Brasil de Fato) - Diante de um dos crimes ambientais mais graves da história do país, com mais de 80 mortos confirmados e centenas de desaparecidos no município de Brumadinho (MG), o governo bostanazi aproveita a situação para fazer propaganda de Israel e estreitar os laços diplomáticos com um país historicamente envolvido em violações de direitos humanos contra o povo palestino. É o que considera Marcelo Buzetto, professor de Relações Internacionais no Centro Universitário Fundação Santo André, pós-doutor em Ciências Sociais, com pesquisa na área de Política Internacional, e autor do livro A Questão Palestina - Guerra , Política e Relações Internacionais, publicado pela editora Expressão Popular.

Desde o domingo (27), 136 militares israelenses estão presentes em Brumadinho para participar das operações de busca por vítimas do rompimento da barragem de rejeitos de minério de ferro da Vale. Além das 16 toneladas de equipamentos, os israelenses trouxeram também cães farejadores. De acordo com o embaixador de Israel, a equipe deve ficar no Brasil por mais dois dias.

Na prática, o gesto de ajuda terá pouco efeito nas ações de resgates, pois os drones, radares e sonares de Israel não são úteis para a localização de corpos soterrados na lama.

“O governo bostanazi tenta usar politicamente essa tragédia e, de maneira oportunista, tenta projetar positivamente Israel. Essa vinda de 136 soldados israelenses é bastante suspeita. Causa estranheza que o governo tenha feito essa solicitação ou aceito essa “ajuda” sem antes ter consultado as Forças Armadas do Brasil”, analisa Buzetto.

O estreitamento das relações do governo bostanazi com o de Israel, ocorrem desde o início do novo governo brasileiro. No dia 18 de janeiro, bostanazi concedeu a medalha Cruzeiro do Sul, a mais importante honraria do governo brasileiro, ao primeiro ministro israelense Benjamin Netanyahu, que é acusado de corrupção e envolvimento em escândalos de propina. Em 2015, mais de 108 mil pessoas assinaram um pedido no site do parlamento britânico, para prender Netanyahu em sua chegada a Londres, por cometer crimes de guerra contra a Palestina.

A condecoração feita pelo governo brasileiro foi entregue no dia 28 de dezembro, quando o primeiro ministro veio para a posse, mas a oficialização aconteceu em 18 de janeiro, com a publicação no Diário Oficial da União. A entrega da Cruzeiro do Sul é uma decisão exclusiva do presidente para chefes de Estado. Em governos anteriores, já receberam a medalha: Che Guevara, rainha Elizabeth 2ª e Nelson Mandela.

No sábado (26), um dia após o rompimento da barragem, o presidente bostanazi publicou no Twitter sobre a oferta de ajuda nas buscas de desaparecidos em Brumadinho e completou: “Aceitamos e agradecemos mais essa tecnologia israelense a serviço da humanidade”.

Os israelenses começaram a ajudar nas buscas na segunda-feira (28), mais de 72 horas depois do rompimento da barragem.

“Seria possível fazer uma mobilização nacional para coordenar uma ação de trabalho voluntário que envolvesse o Movimento de Atingidos por Barragens, associações locais, apoio de moradores, das igrejas e Forças Armadas, estranha muito trazer Israel”, disse Buzetto.

Segundo Buzetto, o governo de extrema direita não tem independência ou soberania e prioriza relações de interesses econômicos e políticos.

“O governo bostanazi está a serviço de interesses econômicos muito poderosos. Interesses de países como Israel e EUA, mas especialmente interesses do governo de Israel”, disse.

A página oficial do governo publicou várias matérias destacando a presença dos israelenses em Minas. Até a chegada do avião com a missão de solidariedade mereceu um registro.

“É a promoção desnecessária de um governo assassino e genocida que não respeita os direitos humanos. Israel pratica e promove crimes ambientais, sociais e humanos todos os dias. Promove um genocídio, adota uma política de limpeza étnica e apartheid contra o povo palestino”, afirmou.

Durante o período de transição, bostanazi prometeu transferir a embaixada do Brasil de Tel Aviv para Jerusalém, seguindo os passos da decisão do presidente estadunidense Donald Trump. A decisão foi condenada por ampla maioria na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

Bagagem

O Gabinete de Segurança Institucional do governo bostanazi informou em nota ao Brasil de Fato, que participou da articulação, com outros órgãos do governo, do apoio inicial “por ocasião da chegada dos israelenses”, porém, não respondeu sobre os equipamentos que foram trazidos e nem a especialização dos militares estrangeiros que fazem parte da missão.

“Tem aumentado a participação de militares israelenses no Cone Sul nos últimos anos. Militares israelenses na Argentina e no Chile. É de conhecimento que Israel vive uma situação internacional de isolamento político e diplomático. Há a possibilidade das forças progressistas que lutam em defesa do povo palestino se unirem cada vez mais”, disse Buzetto.

O professor também lembrou que Israel bombardeou a Síria recentemente e teve participação, por meio do serviço secreto, no golpe de Estado em Honduras.




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