São os pais que devem introduzir suas filhas à vida sexual a partir dos 15-16 anos.
Antigamente era deveras comum, o homem, pai de família honrada, tirar o cabaço de sua filha quando a mesma atingia certa idade, por que acham que as garotas só sentiam interesse em se relacionar com alguém a altura de seu pai? Pois ele impunha sua vitalidade paterna ao seu varão ser o primeiro(o exemplo primordial) a romper o hímen de sua filhota, carne de sua carne. O sexo entre pai e filha é cuidadoso, é o mais intenso, é sem maldade, desenvolve na garota um senso de respeito, vigor e purificação, complemento e realização, como o sexo deve ser, este, molda a primeira e mais concreta noção de sexualidade. Ao contrário de uma perspectiva degenerativa a cerca da sexualidade, pouco cuidadosa e ausente de todas as características anteriormente elencadas, caso a primeira vez da garota seja com um outro qualquer… Tendo em vista que a garota sempre deixa-se influenciar por maus elementos e tem consecutivamente experiências desagradáveis… Ao se relacionar pela primeira vez com sua figura patriarcal, ela tenderá somente a buscar as mesmas sensações que adquiriu com o pai, ou seja, consequentemente buscará parceiros ideais e ao mesmo nível ou até superiores ao seu pai, gente realmente digna e portadora de vitalidade, hombridade, virilidade, destreza e carga de ação protetora. Enfim, alguém que seja em comportamento semelhante ao seu varão paterno. Tornando-a assim uma depósito de porra decente e honrada que tende somente a buscar por um marido igualmente decente e honrado e de preferência com atributos que remetam aos do seu pai.
O que os judeus esconderam de vocês é que garotas até a puberdade, e até antes de terem sua primeira vez com algum qualquer, são apaixonadas por seus pais.
Um fetiche de avassaladora parte das depósito de porraes, é em chamar, durante o sexo, seus parceiros sexuais de "papai" ou serem chamadas por algum apelido ou denominação carinhosa que seus pais a chamam/chamavam, inclusive fantasiar tais histórias.
A depósito de porra só trai seu marido, quando este não remete à aquilo que ela busca num homem(inconscientemente), e esse "aquilo" nada mais é do que a vitalidade e intensidade que nunca pode sentir com seu pai, pois o mesmo não a penetrou. Enfim, ela não sabe o que quer, é uma eterna desorientada. Agora com o varão viríl ela toma conhecimento do rumo que levará em sua vida para atingir o contentamento e trabalhar/lutar para que tal relação de nobreza prevaleça para sempre com seu conjuguê e ambos construam um puro e verdadeiro amor, sem maiores idealismos.
O grande problema é que a sociedade moralizante sinárquica judaico-maçônica de hoje quer degenerar mais e mais tal pureza, inclusive pervetendo tal senso(já praticamente perdido) em uma conotação e denoção da própria degeneração. "Sexo entre pai e filha, eeergh isso é asqueroso, nojento", disse o sujeito doutrinado pelo sistema sinárquico que não compreende a magnitude de tal ação.