MESA 4 – AQUELA EM QUE FINALMENTE MATAM O ERG EDITION – RESUMO DA AVENTURA #8 E PREPARAÇÕES PARA A #9
Depois de três dias atravessando a ilha os aventureiros finalmente chegam a Zalem, ignorando quaisquer distrações no seu caminho ao tentar alcançar a capital. Curas são dispensadas, doenças são tratadas e vilas são deixadas para trás nessa frenética jornada.
Ao chegar na cidade o grupo percebe que ela está em meio a festividades, e bandeiras tremulam entre as casas, indicando o festival de Shanef. Gwedhon e Erg procuram uma festa e Ander logo os segue após encontrar um estábulo que aceitasse o paquiderme do grupo. Encontrando uma taverna envolta em comemorações o monge e o guerreiro duelam com sua sobriedade e aceitam as sugestões pérfidas de Erg para arrancarem suas roupas.
O resultado inevitável disso é a ressaca, muito dinheiro gasto com canecas e uma sensação pungente de vergonha. Um café forte e um banho gelado mais tarde o grupo parte para o centro da cidade coletar informações. Aranor deixa o grupo para continuar sua pesquisa na biblioteca real, enquanto Erg, Lullie, Gwedhon e Ander fuçam lojinhas e conversam com sacerdotes.
Quando a clériga e o monge falam com o alto sacerdote de Zalem, falham em recebem respostas conclusivas, porém, ainda nutrem a esperança que as pesquisas do clérigo resultem em informações importantes, ainda que Gwedhon prefira buscar uma audiência com o sacerdote real para descobrir o que buscava saber sobre o Deus que esteve em contato com seu mestre.
Ander encomenda um pergaminho da restauração com a ordem clerical, gastando todo o seu dinheiro e mais um pouco, enquanto isso Erg abusa da sua sugestão para convencer um mercador a dar uma espada larga mágica gratuitamente para o bruxo, o que seria uma ideia razoável se não fosse uma famigerada espada da vingança, que imbui seu usuário de uma fúria sobrenatural e inconveniente.
Depois de realizarem compras diversas pela capital, de virotes a pedaços de seda coloridos, o grupo volta a estalagem apreciar a sua visita. Porém durante a madrugada são visitados por Yan Bao-Xiu, um agente da divisão de inteligência da coroa de Masareda que pede a ajuda do grupo para uma missão sigilosa de infiltração.
Segundo Yan, um ritual profano seria realizado durante uma encenação da batalha de Sear Gorin no coliseu de Zalem, promovido pela organização que poderia estar relacionada com o aparecimento das colmeias pelo mundo, e que se utilizaria da morte de guerreiros para alimentar os efeitos de conjuração do fenômeno.
Sendo o grupo formado por um bando de forasteiros e desconhecidos ele não levantaria suspeitas para o mandante do ritual, permitindo que o grupo ganhasse tempo o suficiente para triangular o sinal mágico e descobrir o culpado pelos acontecimentos. Em troca da ajuda, Yan promete a colaboração da divisão de inteligência para as buscas dos aventureiros.
Aceitando a proposta, o grupo passa o dia seguinte na surdina, até que finalmente Yan os contata, os mandando para o coliseu onde o seu contato os aguardava. Lá encontram Adam Sue, um bardo com um nome familiar e uma feição deprimida que explica ao grupo um pouco das regras do combate no local. Surpreendidos com o formato de combate naval resta a Ander tomar o timão enquanto o novato capitaneava o navio U.S.S Thunderfuck.
Colocados do lado mais fraco da disputa, o grupo entra na brincadeira de capturar a bandeira, sob os olhares atentos de milhares de pessoas. Rumando primeiro para a torre de Beälden, onde enfrentam um árduo combate contra um horror de elmo, um sacerdote ensandecido, vários gladiadores e ironicamente o próprio Erg N’eas, enfurecido pelos efeitos nocivos da espada.
Abusando de um loophole na programação do constructo, o grupo lentamente consegue derrota-lo na base de socos e xingamentos, enquanto Erg entra na porrada franca com o gladiador líder. Porém, cego pela fúria, quando o inimigo cai o bruxo ataca Lullie, virando o alvo da fúria de seus colegas. Sendo impedido por Gwedhon que já está impaciente com os rompantes de Erg.
Quando o bruxo tenta usar sua magia para escapar, o monge dispensa justiça com os seus punhos novamente desmaiando o meio-orc, que sob o consenso geral é jogado no meio do rio – inconsciente e imobilizado – para uma morte potencialmente dolorosa e cruel.
Ignorando a perda repentina e desviando de um navio enfurecido o grupo segue para o bote de Tersa, aonde compensam pelo tempo perdido ao despachar os inimigos de modo terrivelmente eficiente mesmo após Gwedhon ser empalado por um minotauro morto. Os esqueletos que protegiam a embarcação são afugentados por Lullie e os gladiadores que manejavam uma catapulta são torrados pelas mandigas do monge, com a bandeira em mãos só resta a todos pegar a foda fora em direção ao navio principal, afundando uma da galés inimigas no meio do caminho.