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/55universe/ - 55universe

Board dedicada a criação de um universo fictício.

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 No.2[Responder]

Discussão sobre as formas de vida que habitam o universo.

>história

>descrição

>ilustrações

33 postagens e 10 respostas com imagem omitidas. Clique em Responder para visualizar.
Última edição em

 No.346

Então… estão continuando o projeto?




File: 1446430688370.jpg (252,91 KB, 750x1138, 375:569, 1446430169397.jpg)

 No.55[Responder]

NT: Resumo de lugares, personagens, etnias, armas e qualquer coisa relevante

Um pequeno texto sobre Balluhara:

Balluhara é um continente no extremo sul. Foi um dos últimos continentes a fazer contato comercial e social com o resto do mundo, então mantém uma cultura muito forte.

A religião é focada no vulcão que há no meio do continente, este que dá grande parte dos recursos que movem a economia local (carvão e minérios).

Por estarem sempre em contato com minérios, a população de Balluhara sempre formou exímios ferreiros. Com isso, as armas produzidas no continente são objeto de desejo de colecionadores ou de povos que almejam entrar em guerra.

A fauna local é composta de animais que não são encontrados em outro canto do mundo. Uma dessas espécies raras são os Balluantis, baleias voadoras que são usadas como meio de transporte tradicional pelos habitantes locais. O nome Balluhara vem de "Balluantis" e "Hara", que significa "terra" no idioma local. Assim, Balluhara seria "a terra dos Balluantis".

Pelo continente ter passado boa parte de sua história sem ter contatos com outros locais, os habitantes mais nacionalistas e conservadores optam por não usar tecnologias importadas de outros cantos do mundo. Assim, as máquinas à vapor não ganharam tanto espaço em Balluhara como tem no resto do mundo.

Uma das principais cidades de Balluhara é uma colônia de Vulpes, o Estado Vulpesiano de Kolimbo, local este que cresceu rapidamente após Vytior Dominik, um Vulpes dono do Império do Carvão Vegetal, encontrar um minério chamado Nahiobium no oeste do continente. Assim, trabalhadores de todo o mundo foram para Balluhara em busca de oportunidades para crescer, apesar da população local repudiar a extração massiva de minérios que, para eles, são dádivas divinas.

35 postagens e 20 respostas com imagem omitidas. Clique em Responder para visualizar.

 No.334

File: 1448247021614.jpg (113,55 KB, 383x381, 383:381, nizar sistarg iii.jpg)

>>333

Datas

1656 - Nasce Nizar Sistarg III, em Merle.

Águel de 1683 - Fundação da Escola de Sistarg e da Biblioteca da Serpente Negra.

22 de Ventix de 1691 - Combate Mecânico de 91.

Águel de 1697 - Início dos diálogos de paz entre a Escola de Sistarg e Asturia.

19 de Salus de 1697 - Assinatura do contrato atual que oficializa e autoriza os Patrulheiros de Sistarg.

Boatos

Nizar Sistarg III morreu no Combate Mecânico de 91. Em seu lugar foi construído uma espécie complexa de autômato que é comandado pelos Destraris.

Nizar usa seu conhecimento em magia para viajar para outros planos. Isso explica sua prosperidade fianaceira e seus "companheiros exóticos".

O tecnomante na verdade fugiu de Merle por ser um criminoso e assassino de califas. Existe uma ordem de assassinos merlianos infiltrados em Asturia que planeja o momento certo para matar Nizar sem deixar vestígios.

O Imperador de Asturia planeja trair Nizar em breve, pois a fama do tecnomante em se envolver com magia é subversiva e hereje aos olhos do Imperador.

Nizar é um agente de Merle, que no último momento trairá Asturia nos combates decisivos da guerra.

Nizar Sistarg III na verdade não se importa com a cidade, ele de fato protege "algo" que está escondido nos porões da escola, que ele escondeu lá desde 1683. Se esse "algo" for incomodado, a guerra será o menor dos problemas asturianos.




File: 1446398719392.png (1,34 MB, 1200x674, 600:337, ClipboardImage.png)

 No.26[Responder]

Postem fotos, ilustrações, jogos, filmes, músicas, livros et cetera.

18 postagens e 41 respostas com imagem omitidas. Clique em Responder para visualizar.

 No.329

File: 1448067318801-0.jpg (468,69 KB, 1024x768, 4:3, wallpaper85.jpg)

File: 1448067318801-1.jpg (468,7 KB, 1544x1049, 1544:1049, wallpaper79.jpg)

File: 1448067318801-2.jpg (411,72 KB, 1920x1080, 16:9, wallpaper78.jpg)




File: 1446346172538.png (900,17 KB, 677x645, 677:645, ClipboardImage.png)

 No.1[Responder]

Tópico para criação da geografia.

>vegetação

>clima

>relevo

>mapas

>etc

51 postagens e 35 respostas com imagem omitidas. Clique em Responder para visualizar.

 No.316

>>253

>>251

Geógrafofag. Ali nas Sete Colônias, existem algumas cadeias de que montanhas que não são representadas pelas placas, foi algum outro evento?

Uma dica, quanto ao movimento das mesmas, não existe necessidade dos movimentos serem sempre convergentes ou divergentes, existem movimentos tangenciais ou conservativos.




File: 1461813867557.webm (4,05 MB, 500x500, 1:1, ビクトル・ツォイ%u30008年ロリ.webm)

 No.350[Responder]

Coming soon…



File: 1459365827815.jpg (11,94 KB, 236x245, 236:245, 8d800fd9b3238a9b3e98774bf3….jpg)

 No.347[Responder]

Considerando meu atual estado de saúde, compilo aqui meus tratados acadêmicos acerca dos costumes, história, heróis e feitos do povo da margem do rio Merle.

Sob a instrução de meu querido mestre e amado pai de coração, Reuven Reulin, que irá me entregar à mãe Merle em breve.

 No.349

Trabalho publicado por mim durante o primeiro ano de estudos na academia real de Akkra, para o

períodico Genk Ceçikan.

Yehan era o terceiro filho de Mattah, um sacerdote do deserto.

Mattah, que juntamente com seus filhos de Yehan, Eleazar, Shimon, Jo

e Joachin, começou uma revolta contra o governante asturiano Alphonse IX,

que havia emitido decretos que proibiam as antigas práticas religiosas merlênicas.

Após a morte de Mattah, Yehan assumiu a liderança da revolta de acordo com a disposição do leito de morte de seu pai.

O Primeiro Livro da Historiografia de Abramehlin elogia Yehan como um líder de valor e talento militar,

sugerindo que essas qualidades fizeram Yehan uma escolha natural para o novo comandante.

Nos primeiros dias da rebelião, Yehan Çeçik recebeu seu sobrenome.

Várias explicações foram apresentadas para este sobrenome.

A sugestão mais aceita é que o nome deriva de Çeçik’an ("Çeçik" em merlenense moderno),

que significa "martelo" ou "marreta", em reconhecimento à sua ferocidade em batalha.

Ciente da superioridade das forças astúrias durante os dois primeiros anos da revolta,

a estratégia de Yehan era evitar qualquer envolvimento com o exército regular e de recorrer à guerra de guerrilha,

a fim de dar-lhes um pau no meu cu de insegurança. A estratégia permitiu Yehan pudesse garantir uma série de vitórias.

Na batalha de Nahal el-Merle (Vau do Rio Merle), ele derrotou uma pequena força astúria sob o comando de Alphonse IX,

governador da província de Merle, que foi morto. Çeçik tomou posse do mosquete de Alphonse e usou-o até a sua morte

como um símbolo de vingança. Depois de Nahal el-Merle, os Kajjatis do Deserto se uniram à causa Merlenense.

Pouco tempo depois, Yehan debandou um exército astúrio maior sob o comaA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.




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 No.185[Responder]

Quantos anões nós somos? Ainda não consegui visualizar quantas pessoas estão envolvidas.

Podemos ter uma contagem?

1.

21 postagens e 3 respostas com imagem omitidas. Clique em Responder para visualizar.

 No.299

17. Reportando dentro.


 No.306

18

E não digo o que faço pois não estou aqui para chamar atenção.


 No.307

>>233

Secundo.


 No.327

19.


 No.330

20!




File: 1447604250084.jpg (28,79 KB, 384x384, 1:1, images (3).jpg)

 No.326[Responder]

Morreu o projeto?

Nem um rpgzinho?

 No.338

Parece que morreu mesmo.


 No.339

Vamos reviver a noite?


 No.340

>>339

CRIEM A THREAD, POR FAVOR.


 No.343

Vou postar hoje mesmo, só que mais tarde.


 No.344

ALGUÉM?




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 No.321[Responder]

Eu anão cheguei, macacada. Me culpo por não ter participado do projeto desde o começo, porém logo devorarei de cabo a rabo as criações. Minha pergunta é: Vocês planejam transformar isto em um cenário jogável de RPG de mesa? Se sim, eu ficaria incrivelmente feliz de fazer a parte chata: Criar regras, parâmetros e tudo mais. Que dizem? Amanhã começarei com o desenvolvimento.

1 postagem omitidas. Clique em Responder para visualizar.

 No.325

Então? vai fazer?


 No.331

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Irei, perdão. Vou começar a pensar nisso amanhã, porém não pretendo utilizar o sistema de D&D ou amiguinhos. Talvez eu faça algo utilizando um D100, visto que adoro o tipo de dado e não me contento em utiliza-lo somente em rolagens de aleatoriedades quaisquer, como loots ou fatos bem randômicos. Creio que com isso tenhamos algo mais preciso e com fatores mais interessantes. Entretanto, tenho duas dúvidas em mente: Faço um sistema mais simples, facilmente jogável e amigo ou algo mais complexo, podendo até mesmo ser chato? A maioria dos anões daqui optará pelo complexo , mas tenham em mente que a função do RPG é se divertir. Passar meia hora calculando besteiras e fazendo testes a cada passo dado é um saco. O que me dizem? Façam suas escolhas e eu irei criar da maneira que preferirem. Tenho noção que sou só uma peça na engrenagem, e seria bem presunçoso decidir por mim mesmo.


 No.337

>>331

Seria muito difícil mesclar os dois?


 No.341

>>337

Seria impossível, são opostos. É como pedir para você me achar uma pedra de ar.


 No.342

Acho que o mais simples é melhor.




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 No.228[Responder]

>mundo steampunk

>ainda não tem um fio para armas e derivados

Poxa, temos que recriar e definir até onde vai as tecnologias de nosso mundo.

8 postagens e 8 respostas com imagem omitidas. Clique em Responder para visualizar.

 No.292

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>>291

Uma espada excepcionalmente longa, feita quase que exclusivamente para a perfuração, com dois canos de pistola e sistemas de ignição sobre e paralelos a lâmina, e uma cesta de proteção para mão integrada - com o fundo vazado, de forma a ainda permitir utilizar as rédeas mesmo quando empunhando a koncerz.

A empunhadura é similar a de adagas de soco, na parte frontal da cesta contendo dois gatilhos, um a Grifinoria e um a Sonserina, cada um para um dos canos.

As linhas de frente do Canato utilizam a Koncerz como arma de choque quando atacando as fileiras inimigas - ou as tentativas de defesa de mercadores e trabalhadores - o cavaleiro se abaixa contra o cavalo de forma a ter o menor perfil possível para receber tiros e se proteger contra a montaria de melhor armadura (frequentemente sendo capaz de parar munições intermediárias), deixando para o lado de fora somente o braço com a lâmina da espada. Antes de chegar na tropa inimiga, de forma a evitar a primeira linha de lanças, os dois canos são disparados, o braço sendo então extendido e perfurando os adversários com a grande extensão da arma.

Os dois canos não são recarregáveis de forma razoável em combate.


 No.293

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File: 1447040191502-2.jpg (119,17 KB, 1000x619, 1000:619, 3.jpg)

>>292

>Szabla, o sabre da cavalaria

Usado depois de quebrar as linhas inimigas, no lugar da Koncerz, para cortar e fatiar.

>Shaska, o sabre dos batedores

Com menos proteção e mais leve e ágil que a Szabla, a Shaska é usada como um símbolo de identificação pelos batedores do Canato, mas serve a mesma função.

>Pistola-Maça

Bem, é uma pistola. Cavaleiros carregam geralmente 2 - e também funciona como uma maça depois de descarregar a munição. Trava de relógio, duas voltas, um cano - nada de excepcional aqui.

Veteranos as vezes trocam suas pistolas por alternativas mais tecnológicas - ou pistolas machado.


 No.294

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>>293

>Katzya, a lâmina anti-armadura.

Inimigos com armaduras mais pesadas, ou autômatos como golems e drones, não temem lâminas afiadas ou os tiros de carabinas. Com tais recursos sendo cada vez mais comuns (e com a tendência antiga de mercadores se utilizarem de drones), o Canato desenvolveu uma solução decididamente não-elegante.

A Katzya é uma junção de duas lâminas separadas, largas demais para serefem afiadas propriamenet, e robustas, de perfil triangular. Na parte superior da cesta onde fica a empunhadura - exatamente a mesma da Koncerz, de forma a cortar custos, está um intricado sistema de engrenagens ativado por gatilhos. Ao pressionar os gatilhos, as duas lâminas se separam do centro até formarem um ângulo de 90 graus entre elas - a força da abertura mecânica conjunta com o perfil da lâmina é capaz de rasgar e mastigar mesmo os metais mais resistentes de armadura.

Seja utilizando da mobilidade superior das montarias e de muita coragem, ou utilizando de cabos de aço disparados por pistolas dragonas e segurados por múltiplos cavaleiros para imobilizar inimigos maiores como bastarnios ou golems, o processo de uso da Katzya consiste em cravar a ponta da lâmina em pontos fracos e/ou vãos da armadura, e segurar o gatilho de "abrir".

A Katzya, em momentos de excepcional barbárie e sadismo, também é usada como um instrumento de execução.


 No.315

Haverá implantes, como braços rifles, pernas mecânicas, olhos ópticos?


 No.322

>>315

Não havia pensado nisso, anão.

Acho bem razoável ter, já que armaduras de força são uma coisa.




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 No.309[Responder]

 No.320

>1 post por dia

E eu achando que o nosso iria demorar.




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 No.99[Responder]

Tribos Bastarnias (leste): Capital - Polaris.

A principal cidade do leste - como também principal cidade do povo Flumen- é Polaris, uma grande cidade construída há muito tempo atrás, e que possui toda a cultura e história do povo Flumênio. É nela que estão construídas grandes estruturas, incluindo o maior motivo de orgulho para o seu povo, a famosa Fortaleza de Gelo, construída para ser lar do Imperador e guardar toda a história do seu povo, nela estão guardados flâmulas, brasões, armaduras, armas e tudo que já tenha feito parte da história dessa região, inclusive, existe um corredor gigante com estátuas de todos os grandes ícones da história de Flumen. A cidade também possui outras grandes construções, fazendo dela ma região histórica e muito bela.

Ao redor de Polaris existem pequenas vilas de moradores que, para se manterem mais próximos de sua capital, foram se instalando por ali. Algumas até chegam a ficar muito ao norte, adentrando o meio das florestas geladas, dizem que nessas vilas existem ensinamentos ocultos sobre a alquimia e o gelo, muitos já tentaram chegar lá, mas por falta de convivência com MUITO frio desses extremos, acabam retornando, o que faz essas vilas serem bem isoladas das de mais e os seus moradores, lendas por conseguirem viver em tais situações alguns até dizem que a pele deles é feita de gelo e seus olhos são tão azuis e puros quanto a primeira geada de neve que cai no inverno.

A cidade de Polaris é bem tecnológica, mas sem esquecer da sua tradicionalidade, por isso ainda é possível ver grandes guerreiros usando armaduras de design antigo, mas adaptadas com a tecnologia atual, sem falar que ela também é lar de grandes inventores e alquimistas, não se deixei enganar achando que Fulmen é uma região apenas de grandes guerreiros, ela também tem mentes brilhantes. Eles também preservam suas músicas, religião, festas e comidas.

O governo do país é constituído por um Imperador e um conselho de sábios, cada um com sua especialidade para cuidar de determinada área, um para armas, outro para alquimia e ciências, outro especialista em geografia e caça, e por aí vai, eles servem para não congestionar o imperador e sobrecarregá-loA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.

1 postagem e 1 resposta com imagem omitidas. Clique em Responder para visualizar.

 No.111

Lembrete para eu não esquecer:

>armaduras movidas a vapor

>acrescentar mais steampunk à história atual

>fazer história dos hibérnios


 No.203

File: 1446669845325.jpeg (1,02 MB, 1600x851, 1600:851, fdc99c29254522a83c7cdbb6f….jpeg)

Tribos Unidas de Hibérnia (oeste): Capital - Morrivik.

Algum tempo após a construção da grande Fortaleza de gelo, e com a chegada da tecnologia nas regiões de Flumen, parte dos Flumênios, os mais exploradores, avançaram para regiões mais longínquas pelo peste, atravessando grandes florestas de gelo até encontrarem uma vasta região de campo aberto, resolveram então se alocar por ali, próximas de um rio, para mapear melhor a região.

Constataram que o campo se estendia muito mais pelo sul, até chegar ao oceano, enquanto que uma continua ida pelo oeste resultava também no encontro com o mar. Acima dali, ao norte, haviam florestas de grandes pinheiros, e mais acima, montanhas geladas. Após alguns dias, decidiram que dali montariam uma nova vila, para ter mais controle do território de Flumen.

As primeiras tentativas de agricultura resultaram em uma boa colheita, o que tornou essa pratica a principal fonte de comida para os Flumens do oeste, que até então não chamavam a si mesmos de Hibérnicos. Também fez com que o plantio de cevada fosse muito próspero, o que o motivou ainda mais a ficarem por lá. Depois de vastas idas ao norte, descobriram uma ótima fonte de carvão pelas montanhas, começaram a extração pouco tempo depois.

A pequena vila ia crescendo com o avanço rápido e tecnológico dos flumenios do oeste, a extração de carvão também ficou mais fácil, com isso e a distância, consideravelmente longa até a capital, os flumenios do oeste começaram a perder alguns costumes dos seus irmãos do leste, passaram a cortar suas longas barbas e cabelos porque a região não era tão fria quanto sua antiga capital, a adoração aos deuses da cultura também foram diminuindo a cada geração, o orgulho nacionalista de serem prósperos e avançados estava estampado na mente de todos, a ponto de esquecerem da sua tribo vizinha do leste, mas não a ponto de esquecerem que ainda pertenciam e deviam lealdade à capital do leste, esperaram então a morte do atual Imperador da época para declararem independência. Estavam certos de que não sairiam sem uma batalha, então, eles foram à luta.

A batalha de primavera

A postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.

 No.204

A cidade era cheia de bandeiras do partido, que exaltavam o orgulho nacionalista do povo de Hibérnia, também da sua cultura. Com o alto consumo de cevada durante a sua história, ela passou a ser uma bebida típica que era bebida sempre que alguém tinha uma oportunidade, o consumo era tanto através das gerações que os hibérnios até criaram uma certa resistência ao efeito do álcool, e têm que tomar MUITA cerveja para que fiquem bêbados de verdade.

Olhar para Flumen é olhar para o mesmo povo, que evoluiu em locais diferentes, de maneiras diferentes, embora ambos sejam grandes, cada um da sua maneira, os Bastárnicos, grandes guerreiros detentores da sua grande história e cultura, transparecida na sua gloriosa capital, e os Hibérnicos, que avançaram e se aprofundaram mais nos meios tecnológicos, políticos e organizacionais que seus irmãos do leste. A capital bela e histórica, que detêm certa riqueza pela retirada de carvão das minas nas montanhas, e a capital tecnológica e fundamentalista, com seu povo nacionalista e orgulhoso, seu poderio bélico avançado e sua organizada política.


 No.310

>Os Bastarnias estão em constate guerra com o Império Merle e Asturia pelo controle da Região Disputada Central, é uma tentativa do império de expandir seu poder e economia, que foram perdidos em parte na independência da região oeste.

Somente os Bastárnios?

>após a morte, irão se vangloriar em uma terra abençoada, onde poderão batalhar, se banquetear e praticar coito com belas mulheres, um merecido descanso para aqueles que morrerem em batalha, por isso eles não recuam perante exércitos e lutam até a morte, isso faz deles guerreiros sanguinários e perigosos.

>estragando o paraíso guerreiro com mulheres

>não mantendo somente 100% baras arianos

Triste.

Mas sinceramente, parecido demais com mitologia viking. Sim, eu sei, a inspiração é viking, mas igual demais.

Adicionalmente, quem estavam guerreando com no passado para terem desenvolvido cultura guerreira?

>sendo especialistas e ataques e saques de regiões

Cidades grandes e sociedades dependentes de saques tendem a ser mutuamente incompatíveis. Qual a fonte de sustento em Polaris?

> e com a chegada da tecnologia nas regiões de Flumen

Como? Quem trouxe e por quê?

>os mais exploradores, avançaram para regiões mais longínquas pelo peste, atravessando grandes florestas de gelo até encontrarem uma vasta região de campo aberto, resolveram então se alocar por ali, próximas de um rio, para mapear melhor a região.

Ter uma floresta densa e hostil no meio do caminho poderia ser uma boa razão para a região não ter sido descoberta antes… Mas para uma civilização de navegadores/guerreiros/saqueadores que vivem no frio, como poderiam não ter descoberto uma área melhor para ficar antes?

>Constataram que o campo se estendia muito mais pelo sul, até chegar ao oceano

Novamente, se eram saqueadores com uma grandA postagem é longa demais. Clique aqui para visualizá-la na íntegra.


 No.319

>>310

A história está sem nexo em algumas coisas. Eu estou jogando todas as ideias aqui para depois fazer uma lore decente, acrescentar mais coisas, mudar outras e deixa-la mais sangrenta, porque está muito "calma" até aqui.

Obrigado por notar esse erro, arrumarei-o no futuro. Se tiver sugestões, modificações, ideias, etc, fique a vontade para expô-las, eu não estou fazendo isso sozinho, nós - anões - é que decidimos o que é melhor.




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 No.314[Responder]

Podíamos ter um Império/Sultanato de um povo tipo árabes vivendo no deserto?

 No.318

Acho que Merle pode se assemelhar a isso




File: 1447202201446.png (158,6 KB, 340x257, 340:257, BALLUHARA.png)

 No.313[Responder]

Gente desculpa,

Eu fui ler a parte na wiki sobre a língua Ballaho e está absurda de um ponto de vista linguístico… Eu nem to falando de estrutura não, mas a história… Os nobres CRIARAM uma nova língua (completamente absurdo)??? Você concorda que se chegaram "colonizadores" vulpesianos eles influenciariam os nativos que formariam a "elite", afinal são os dominadores e os vencedores da guerra? Essa língua da elite seria lentamente assimilada (como aconteceu com o francês e o inglês, quando os francos invadiram a bretanha…), logo de um ponto de vista lógico o Ballaho só pode ser, ou:

1- Um crioulo.

2- Língua falada por uma "ralé", sendo que a elite prefere o vulpe por considerá-lo mais chique

3- Falado por uma maioria que detesta a influencia vulpe na região, mas como foram eles que trouxeram a experiencia mercantil, o vocabulário atrelado a isso seria todo vulpe, portanto os estrangeirismos seriam inevitáveis.

Basicamente o que sempre acontece quando um povo domina outro. Vamos observar a questão da língua com mais cuidado queremos um universo real, não um feito nas coxas e a língua é MUITO importante para uma cultura. Para mim a língua de Balluhara seria uma língua influenciada fortemente pela língua vulpe, talvez até um crioulo como falei. Como os vulpes se estabeleceram numa cidade em Balluhara é imprescindível que uma língua de cambio se formou, ambiente perfeito para o surgimento de um crioulo ao longo dos anos.

 No.317

Anão, a língua já existia, o que os nobres fizeram foi adapta-la em um alfabeto comum. Ou pelo menos foi assim que eu entendi.

E eu acho interessante colocar certa influência Vulpe no vocabulário deles, um povo isolado de tanta coisa, afinal. Mas acho que seria miníma. A ideia original era fazer o povo de Balluhara extremamente conservador e tradicionalista, inclusive rejeitando muitas das tecnologias vindas dos Vulpes. Eu acho que eu tenho mais em mente a relação dos japoneses com ocidentais do que uma relação de dominação e colonização.




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 No.86[Responder]

Nosso universo terá uma língua unificada? Ou várias. Criaremos idiomas ou simplesmente pegamos os existentes?

3 postagens e 2 respostas com imagem omitidas. Clique em Responder para visualizar.

 No.177

>>175

O que acham de nomes lusitanos em humanos?


 No.190

>>175

Secundo, um nórdico tem ter um certo padrão de nome que não caberia em humano de Merle no deserto.

Poderíamos pegar nomes de raiz germânica e eslava para os nórdicos, para Astúrios nomes ingleses e franceses e na região de Merle algo próximo ao árabe.


 No.193

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Consultem o Omniglot para uma seleção enorme de alfabetos.

http://www.omniglot.com/writing/alphabets.htm

O povo de Balluhara poderia usar esse alfabeto aqui, creio que combine bastante. Ou então algo mais primitivo ainda, como o da segunda pica.


 No.208

>>190

Eu estou nomeando os locais e pessoas de Merle de acordo com radicais árabes, hebraicos, turcos e persas.


 No.312

Olá pessoal, eu sou um linguista e, claro, a primeira coisa que eu vim procurar foi esse post!

Não faria sentido num universo real todos falarem a mesma língua, mas como, pelo que pude ver, houve uma população gradual das regiões é possível que todas derivem de um ancestral comum, o que facilitaria o trabalho, pois aí só seria necessário decidir a língua original e depois aplicamos mudanças fonéticas e quem sabe sintáticas adequadas a cada região. Como somos todos falantes de português creio que nos influenciaríamos no latim, mas sem dúvida tem de ser uma língua proto-indo-européia




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